Codato
Na verdade, esse meu comentário faz parte de algo que estamos discutindo aqui há alguns meses. Não sei se vc tem acompanhado pela imprensa.
Claro, vc tem razão, e muita, na análise que vc faz daz questão. Concordo em número gênero e grau. A questão do "nazismo" é uma consequência do que está acontecendo na UnB - criaram um tribunal de pureza racial - ou seja, para "pegar" os espertinhos que querem se prevalecer das cotas para adentrar na universidade, estão fotografando os candidatos e submetendo as fotos à uma comissão para que eles (o tal tribunal racial) decidamquem tem direito às cotas e quem não tem... meu Deus, que absurdo!!! E isso é nazismo. Não concorda?
Vc foi muito mais a fundo na discussão. Mas, eu, como um brasileito esfolado, sei que essa discussão que vc propõe, apesar de ser a verdadeira, não vai levar a nada, porque ninguém aqui está a fim de fazer o certo. Como você sabe, no Brasil, o objetivo é sempre tomar atitudes populistas, que rendam votos nas eleições, sem se preocupar com a verdadeira questão, resolvendo o problema de uma forma definitiva, sem rodeios, doa a quem doer...
Vc foi à fundo, e propoz a verdadeira discussão que precisamos ter. Obrigado por nos colocar nos trilhos novamente. As vezes é preciso isso, alguém de fora para nos alertar dos descaminhos em que estamos nos enveredando...
Mas, se aí é proibido falar em desocupar o Iraque, imagine aqui, falar em dificultar o acesso a universidade, elitizando-a e pedir para o povão estudar em cursos técnicos... meu Deus... impossível. Mas, a verdade é essa, e cada povo com suas dificuldades... aqui, as nossas parecem eternas... e todos com diploma na mão, seremos uma tribo, com muitos caciques e sem nenhum índio - ficando igual o MST que tem mais líderes que liderados... hehehehe
Mas, valeu a lembrança!!!
André
domingo, 9 de maio de 2004
SOBRE A QUESTÃO DAS COTAS
André
A polarização neste tipo de discussão não dá razão para nenhum dos lados nem resolve o problema. Dizer que os negros são minoria desprivilegiada é cegueira "da braba" num Brasil de tantos desprivilegiados. Dizer que criar quotas nas universidades para negros é equivalente ao nazismo parece apenas reforçar uma retórica politica para extremizar e estereotipar o problema - não me fale nisso que te chamo de nazista! Aqui nos Estados Unidos usa-se a mesma estratégia na mídia - não fale de tirar as tropas do Iraque que te chamo de anti-patriota! Não é por aí. Isso só trunca o diálogo, e o Brasil precisa de muito.
A verdade é que os desprivilegiados no Brasil não têm côr. São todos parte de uma massa separada do mercado de consumo, mercado de trabalho, educação, proteção, enfim cidadania.
As universidades federais (caso a UFPR, UFRJ, UNB, ..) e algumas estaduais (cito a Unicamp na qual me formei) já são gratuitas como forma de descaracterização de educação elitizada - compare com outros países e imediatamente deverá cair a sua ficha - o problema não é falta de dinheiro para fazer uma faculdade.
Qual é o problema então? Vários. Primeiro que faculdade não é para todos os habitantes de um país. De que adianta diploma de Engenheiro e cargo de Pasteleiro. Segundo, o Brasil precisa de cursos técnicos que atendam a necessidades do mercado de trabalho. Citarei alguns - Auxiliar de Dentista, Auxiliar de Enfermagem, Técnico em Edificações, Técnico em Desenho, Especialista em Corretagem de Imóveis, Especialista em Seguros (saúde, vida, carro, casa), Especialista em Bolsa de Valores ... e tantos outros. Onde se encontram estes cursos? Todos dão trabalho com dignidade e salário decentes.
O negro foi marginalizado? Foi. Desde o começo. A famosa "Lei Áurea" foi tão desastroza como o "Plano Collor" - uma canetada sem solução para as consequências. Mas os brancos, cafuzos, mulatos, vermelhos, amarelos, disputam o mesmo espaço em baixo da ponte. Errado achar que uma vaga na faculdade vai mudar sua condição de vida. Típico trauma que precisa mais de terapia do que quota na universidade - dignidade, respeito e cidadania não se adquire com um cartucho (diploma). Pobre do povo que acha que só poderá ser respeitado e ter uma vida descente se tiver um diploma. Pobre do povo que criou e vive deste mito.
Em tempo. A ser atacado, antes de mais nada: concentração de renda e juros extorsivos!
Codato.
A polarização neste tipo de discussão não dá razão para nenhum dos lados nem resolve o problema. Dizer que os negros são minoria desprivilegiada é cegueira "da braba" num Brasil de tantos desprivilegiados. Dizer que criar quotas nas universidades para negros é equivalente ao nazismo parece apenas reforçar uma retórica politica para extremizar e estereotipar o problema - não me fale nisso que te chamo de nazista! Aqui nos Estados Unidos usa-se a mesma estratégia na mídia - não fale de tirar as tropas do Iraque que te chamo de anti-patriota! Não é por aí. Isso só trunca o diálogo, e o Brasil precisa de muito.
A verdade é que os desprivilegiados no Brasil não têm côr. São todos parte de uma massa separada do mercado de consumo, mercado de trabalho, educação, proteção, enfim cidadania.
As universidades federais (caso a UFPR, UFRJ, UNB, ..) e algumas estaduais (cito a Unicamp na qual me formei) já são gratuitas como forma de descaracterização de educação elitizada - compare com outros países e imediatamente deverá cair a sua ficha - o problema não é falta de dinheiro para fazer uma faculdade.
Qual é o problema então? Vários. Primeiro que faculdade não é para todos os habitantes de um país. De que adianta diploma de Engenheiro e cargo de Pasteleiro. Segundo, o Brasil precisa de cursos técnicos que atendam a necessidades do mercado de trabalho. Citarei alguns - Auxiliar de Dentista, Auxiliar de Enfermagem, Técnico em Edificações, Técnico em Desenho, Especialista em Corretagem de Imóveis, Especialista em Seguros (saúde, vida, carro, casa), Especialista em Bolsa de Valores ... e tantos outros. Onde se encontram estes cursos? Todos dão trabalho com dignidade e salário decentes.
O negro foi marginalizado? Foi. Desde o começo. A famosa "Lei Áurea" foi tão desastroza como o "Plano Collor" - uma canetada sem solução para as consequências. Mas os brancos, cafuzos, mulatos, vermelhos, amarelos, disputam o mesmo espaço em baixo da ponte. Errado achar que uma vaga na faculdade vai mudar sua condição de vida. Típico trauma que precisa mais de terapia do que quota na universidade - dignidade, respeito e cidadania não se adquire com um cartucho (diploma). Pobre do povo que acha que só poderá ser respeitado e ter uma vida descente se tiver um diploma. Pobre do povo que criou e vive deste mito.
Em tempo. A ser atacado, antes de mais nada: concentração de renda e juros extorsivos!
Codato.
sexta-feira, 7 de maio de 2004
SOBRE O TRÂNSITO DE LONDRINA
Agradeço a participação do nosso amigo Beto Monteiro, e publico abaixo seu e-mail:
Olá André
Vejo com muita tristeza as discussões sobre trânsito.
A mais de 10 anos durante um simpósio da Volvo, sobre segurança no tráfego, participei com idéias, consegui promessas dos "responsáveis" da época pela engenharia de tráfego de Londrina, que me ouviriam, e implantariam num bairro de nossa cidade, o meu projeto.
Para tanto, tive que prometer dar em garantia um imóvel meu, que ressarciria a PML caso essa implantação em um bairro não funcionasse.
O que fizeram?
Nunca mais falaram comigo, mesmo tendo assumido o compromisso de faze-lo.
Roubaram parte das minhas idéias, e sem o conhecimento embasado da parte deles, não fizeram como eu havia planejado, e lógico que não atendeu ao propósito que eu havia idealizado.
Será que se eu propuser uma venda da idéia, algo como CR$100 milhões, eles vão me ouvir? Pois quando propus, o fiz de graça, garantindo uma diminuição substancial de mortes e acidentes, com diminuição também substancial do custo de manutenção se comparado ao atual sistema, e ainda uma redução brutal do tempo, para se locomover de um lugar a outro em nossa cidade.
A idéia serve para outras cidades também.
Sendo só, agradeço ter em vc um canal para minha manifestação.
Abraço
Beto Monteiro
Olá André
Vejo com muita tristeza as discussões sobre trânsito.
A mais de 10 anos durante um simpósio da Volvo, sobre segurança no tráfego, participei com idéias, consegui promessas dos "responsáveis" da época pela engenharia de tráfego de Londrina, que me ouviriam, e implantariam num bairro de nossa cidade, o meu projeto.
Para tanto, tive que prometer dar em garantia um imóvel meu, que ressarciria a PML caso essa implantação em um bairro não funcionasse.
O que fizeram?
Nunca mais falaram comigo, mesmo tendo assumido o compromisso de faze-lo.
Roubaram parte das minhas idéias, e sem o conhecimento embasado da parte deles, não fizeram como eu havia planejado, e lógico que não atendeu ao propósito que eu havia idealizado.
Será que se eu propuser uma venda da idéia, algo como CR$100 milhões, eles vão me ouvir? Pois quando propus, o fiz de graça, garantindo uma diminuição substancial de mortes e acidentes, com diminuição também substancial do custo de manutenção se comparado ao atual sistema, e ainda uma redução brutal do tempo, para se locomover de um lugar a outro em nossa cidade.
A idéia serve para outras cidades também.
Sendo só, agradeço ter em vc um canal para minha manifestação.
Abraço
Beto Monteiro
Você tem o dever de ser livre!
”A pior coisa que você poderia fazer por aqueles que você ama, é fazer as coisas que eles poderiam fazer por si mesmo”. Autor Desconhecido.
Querida Amiga (o),
Depois de 30 anos congelado, eu acordo no dia 7 de Maio de 2004. Curioso por saber quais são as boas novas dos novos tempos, eu vou até a banca de jornal mais próxima da minha casa a procura do conhecimento moderno. Após uma longa busca por entre tantas publicações disponíveis, uma folheada aqui e outra ali, eu acabo por perceber que pouca coisa mudou. A badalada revista Manchete agora se chama Veja, a provocativa Ele e Ela agora se chama Playboy, e a egocêntrica Fatos e Fotos agora se chama Caras.
Frustrado, eu deixo a banca de jornal e volto para casa. Na esquina, algo me incomoda, apesar de tudo parecer igual, algo estava muito diferente naquela banca de jornal, uma mudança profunda havia acontecido por lá, mas o quê?!?!
Ao chegar em casa, eu ligo a televisão. O velho Chacrinha agora se chama Faustão, as chacretes agora são dançarinas de academia, o show de calouros agora se chama Se vira nos trinta, o Programa do J.Silvestre agora se chama Retrato Falado, e até o Programa do Homem do Sapato Branco continua no ar, agora como Linha Direta e Cidade Alerta.
Frustrado, eu desligo a televisão. Será possível que nada mudou em 30 anos?
Apesar de tudo parecer igual na televisão, uma forte sensação de que algo mudou volta a me atacar, mas o quê?!?!
O jornal do dia está em cima da mesa, a manchete na capa diz, “Eu prometo que vou trabalhar para gerar 10 milhões de empregos para vocês”. Quem é esse cara?!?!? O político mudou, a ideologia não. A notícia do jornal me faz lembrar que eu também não tenho trabalho. Eu viro a página para o caderno de empregos, e dou de cara com os velhos bons anúncios que oferecem as mesmas velhas vagas da minha época, os mesmos cargos, as mesmas empresas, Gerente disso, Diretor daquilo, Técnico em Sistemas, Secretária, Vendedor; as mesmas qualificações são solicitadas, inglês, faculdade, X anos de experiência, bom relacionamento com as pessoas etc. Nada parece novo. Tudo parece igual. Eu jogo o jornal para o lado.
Em cima da cômoda, eu encontro um boletim de escola com as notas de alguém. Uma sobrinha que eu ainda não conheço. Português, Matemática, Ciências, Biologia, Física, Química, Inglês etc. As mesmas matérias, os mesmos ensinamentos, nada mudou.
Frustrado, eu decido dar uma nova volta pelo bairro. Na rua de atrás, eu noto uma grande construção, parece um armazém, um cinema, ou um supermercado. Um rapaz engravatado que poderia muito bem se passar por um belo vendedor de enciclopédia vem em minha direção e entrega para mim um folheto, “Irmão”, diz o rapaz, “Seja bem vindo a nossa casa. Você conhece a nossa igreja? Entre agora. Todos os seus problemas serão resolvidos”.
Definitivamente, nada mudou.
Eu retorno para o meu passeio. Dez minutos depois, eu me vejo novamente a frente da banca de jornais. Um menino se diverte com algum gibi. De repente, algo que o jornaleiro diz para o garoto me faz ACORDAR.
É isso! TUDO MUDOU!!!!! TUDO MUDOU!!!!!
Trinta anos atrás, se eu colocasse a minha mão em um gibi em uma banca de jornal, o jornaleiro me obrigava a pagar. “É proibido folhear revistas se você não for comprar!”, o Mandamento Nº. 1 do bom jornaleiro na época.
HOJE, eu aprendi que eu posso folhear o quanto quiser, o que eu quiser, do jeito que eu quiser, e ainda não comprar se eu não quiser. HOJE, eu aprendi que existem dezenas de outros títulos de revistas e jornais, e que eu não preciso mais comprar as mais das mesmas. HOJE, eu aprendi que a televisão moderna possui um acessório fantástico chamado CONTROLE REMOTO, e que eu posso dar um BASTA naquilo que eu não concordo no segundo em que eu QUISER. HOJE, eu aprendi que NINGUÉM vai gerar nenhum emprego para mim, e que o PATERNALISMO e ESTADO- MAEZONA são coisas que eu posso cortar FORA com o poder do meu voto, e que EU tenho o DEVER de ASSEGURAR um futuro não-paternalista para o MEU país.
HOJE, eu aprendi que nas escolas ainda se ensinam técnicas e nas empresas ainda se procura habilidades; e eu, vou me esforçar para ser MBA nas matérias que todos imaginam que não existem mais: INTEGRIDADE, CRIATIVIDADE, RESPONSABILIDADE, PROPÓSITO e PAIXÃO.
HOJE, eu aprendi que existem dezenas de crenças diferentes, e que o mais importante de tudo é você ACREDITAR apaixonadamente em alguma coisa, dar a sua vida por alguma coisa, e ajudar os outros a fazer o mesmo.
Você tem o DEVER de ser livre! ACORDA!!!! Nada menos que isso interessa.
Querida Amiga (o),
Depois de 30 anos congelado, eu acordo no dia 7 de Maio de 2004. Curioso por saber quais são as boas novas dos novos tempos, eu vou até a banca de jornal mais próxima da minha casa a procura do conhecimento moderno. Após uma longa busca por entre tantas publicações disponíveis, uma folheada aqui e outra ali, eu acabo por perceber que pouca coisa mudou. A badalada revista Manchete agora se chama Veja, a provocativa Ele e Ela agora se chama Playboy, e a egocêntrica Fatos e Fotos agora se chama Caras.
Frustrado, eu deixo a banca de jornal e volto para casa. Na esquina, algo me incomoda, apesar de tudo parecer igual, algo estava muito diferente naquela banca de jornal, uma mudança profunda havia acontecido por lá, mas o quê?!?!
Ao chegar em casa, eu ligo a televisão. O velho Chacrinha agora se chama Faustão, as chacretes agora são dançarinas de academia, o show de calouros agora se chama Se vira nos trinta, o Programa do J.Silvestre agora se chama Retrato Falado, e até o Programa do Homem do Sapato Branco continua no ar, agora como Linha Direta e Cidade Alerta.
Frustrado, eu desligo a televisão. Será possível que nada mudou em 30 anos?
Apesar de tudo parecer igual na televisão, uma forte sensação de que algo mudou volta a me atacar, mas o quê?!?!
O jornal do dia está em cima da mesa, a manchete na capa diz, “Eu prometo que vou trabalhar para gerar 10 milhões de empregos para vocês”. Quem é esse cara?!?!? O político mudou, a ideologia não. A notícia do jornal me faz lembrar que eu também não tenho trabalho. Eu viro a página para o caderno de empregos, e dou de cara com os velhos bons anúncios que oferecem as mesmas velhas vagas da minha época, os mesmos cargos, as mesmas empresas, Gerente disso, Diretor daquilo, Técnico em Sistemas, Secretária, Vendedor; as mesmas qualificações são solicitadas, inglês, faculdade, X anos de experiência, bom relacionamento com as pessoas etc. Nada parece novo. Tudo parece igual. Eu jogo o jornal para o lado.
Em cima da cômoda, eu encontro um boletim de escola com as notas de alguém. Uma sobrinha que eu ainda não conheço. Português, Matemática, Ciências, Biologia, Física, Química, Inglês etc. As mesmas matérias, os mesmos ensinamentos, nada mudou.
Frustrado, eu decido dar uma nova volta pelo bairro. Na rua de atrás, eu noto uma grande construção, parece um armazém, um cinema, ou um supermercado. Um rapaz engravatado que poderia muito bem se passar por um belo vendedor de enciclopédia vem em minha direção e entrega para mim um folheto, “Irmão”, diz o rapaz, “Seja bem vindo a nossa casa. Você conhece a nossa igreja? Entre agora. Todos os seus problemas serão resolvidos”.
Definitivamente, nada mudou.
Eu retorno para o meu passeio. Dez minutos depois, eu me vejo novamente a frente da banca de jornais. Um menino se diverte com algum gibi. De repente, algo que o jornaleiro diz para o garoto me faz ACORDAR.
É isso! TUDO MUDOU!!!!! TUDO MUDOU!!!!!
Trinta anos atrás, se eu colocasse a minha mão em um gibi em uma banca de jornal, o jornaleiro me obrigava a pagar. “É proibido folhear revistas se você não for comprar!”, o Mandamento Nº. 1 do bom jornaleiro na época.
HOJE, eu aprendi que eu posso folhear o quanto quiser, o que eu quiser, do jeito que eu quiser, e ainda não comprar se eu não quiser. HOJE, eu aprendi que existem dezenas de outros títulos de revistas e jornais, e que eu não preciso mais comprar as mais das mesmas. HOJE, eu aprendi que a televisão moderna possui um acessório fantástico chamado CONTROLE REMOTO, e que eu posso dar um BASTA naquilo que eu não concordo no segundo em que eu QUISER. HOJE, eu aprendi que NINGUÉM vai gerar nenhum emprego para mim, e que o PATERNALISMO e ESTADO- MAEZONA são coisas que eu posso cortar FORA com o poder do meu voto, e que EU tenho o DEVER de ASSEGURAR um futuro não-paternalista para o MEU país.
HOJE, eu aprendi que nas escolas ainda se ensinam técnicas e nas empresas ainda se procura habilidades; e eu, vou me esforçar para ser MBA nas matérias que todos imaginam que não existem mais: INTEGRIDADE, CRIATIVIDADE, RESPONSABILIDADE, PROPÓSITO e PAIXÃO.
HOJE, eu aprendi que existem dezenas de crenças diferentes, e que o mais importante de tudo é você ACREDITAR apaixonadamente em alguma coisa, dar a sua vida por alguma coisa, e ajudar os outros a fazer o mesmo.
Você tem o DEVER de ser livre! ACORDA!!!! Nada menos que isso interessa.
sexta-feira, 30 de abril de 2004
Industria da Multa em Londrina
À RESPEITO DA REPORTAGEM PUBLICADA NO CADERNO CIDADES - FOLHA DE LONDRINA - EDIÇÃO 30/04/04 - PÁGINA 03
Indústria da Multa? Muito tem se falado dessa tal "Indústria". Não sou eu que vou aqui defender ou não a existência de tal "Indústria". O que tenho a dizer é que, se os motoristas Londrinenses fossem um exemplo de respeito às leis, respeitosos e cuidadosos motoristas , um exemplo a ser seguido pelo resto do mundo, as tais duas mil autuações poderiam ser acusadas de "industrializadas"! Mas não é o caso; alías, talvez seja o "ocaso"!!! Não há um mínimo de respeito aos semáforos, faixas de pedestres, limites de velocidades, estacionamento em área proibida, conversões, etc. Basta pegar o carro e dar uma volta num quarteirão central para registrar inúmeros desrespeitos às leis de trânsito, alguns até duplamente cometidos pelo mesmo motorista! E os "respeitáveis motoristas" ainda vêm argumentar que possa haver uma "indústria" da multa? Oras, vamos examinar nossas consciências, respeitar as leis à risca, evitando tais multas, e somente depois de sermos motoristas educados e respeitadores, poderemos levantar o dedo, acusando o poder público de ser "industrial". E, se houver mesmo tal indústria, a culpa é do excesso de motoristas irresponsáveis à solta na cidade que fazem com que o poder público se aproveite da existência desses motoristas para engordar seus cofres!!! Quem tem moral para reclamar???
Indústria da Multa? Muito tem se falado dessa tal "Indústria". Não sou eu que vou aqui defender ou não a existência de tal "Indústria". O que tenho a dizer é que, se os motoristas Londrinenses fossem um exemplo de respeito às leis, respeitosos e cuidadosos motoristas , um exemplo a ser seguido pelo resto do mundo, as tais duas mil autuações poderiam ser acusadas de "industrializadas"! Mas não é o caso; alías, talvez seja o "ocaso"!!! Não há um mínimo de respeito aos semáforos, faixas de pedestres, limites de velocidades, estacionamento em área proibida, conversões, etc. Basta pegar o carro e dar uma volta num quarteirão central para registrar inúmeros desrespeitos às leis de trânsito, alguns até duplamente cometidos pelo mesmo motorista! E os "respeitáveis motoristas" ainda vêm argumentar que possa haver uma "indústria" da multa? Oras, vamos examinar nossas consciências, respeitar as leis à risca, evitando tais multas, e somente depois de sermos motoristas educados e respeitadores, poderemos levantar o dedo, acusando o poder público de ser "industrial". E, se houver mesmo tal indústria, a culpa é do excesso de motoristas irresponsáveis à solta na cidade que fazem com que o poder público se aproveite da existência desses motoristas para engordar seus cofres!!! Quem tem moral para reclamar???
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