quinta-feira, 9 de junho de 2005

Eu não dei permissão a você para falhar.

A mediocridade, o egoísmo e a falta de caráter de ALGUNS brasileiros não vai abalar o que eu vou fazer. Eu não vou me nivelar por baixo. Eu não vou ser político. JAMAIS. Aqueles que chegam em algum lugar não são melhores do que aqueles que possuem uma vontade verdadeira de conseguir algo na vida. Aqueles que fazem alguma coisa na vida e se dão mal são muito melhores do que aqueles que nada fazem e são bem-sucedidos.

Querida(o) Amiga(o),


Eu já fui chamado de fanático, extremista, radical, tarado, maluco, megalomaníaco, delirante, egocêntrico, intolerante e inflexível. A coleção não pára de crescer. Os adjetivos são muitos, não ligo para eles, não tô nem aí para aqueles que falam, eu quero saber daqueles que fazem. Eu quero ser lembrado como um ser humano de Verbos e não Adjetivos.


Mesmo aqueles que te chamam de maluco sabem que você faz. Mesmo aqueles que te chamam de extremista sabem que você ajuda. Mesmo aqueles que te chamam de delirante sabem que você trabalha.


O fato é simples, quando você escolhe ser o verdadeiro você, as pessoas sempre se sentem incomodadas. As pessoas ficam indignadas ao ver alguém subir em um palco, pegar o microfone e cantar, sem se preocupar em não ser tão boa quanto uma Elis Regina. As pessoas ficam indignadas ao ver alguém escrever sem se preocupar em não ser tão bom quanto um Jorge Amado. As pessoas ficam indignadas ao ver alguém falar mas não ser tão bom quanto deveria, poderia, seria, faria, sonharia.


Quando você escolhe ser você, aqueles que se dizem democráticos, humanos, inovadores e responsáveis, são os primeiros a te apedrejar. Nunca julgue os outros! Quando eu digo que eu adoro Star Wars, eu não estou dizendo que eu odeio Woody Allen. Não assuma o que eu não falei e não imagine que você consegue decifrar o meu coração. Quando eu digo que eu adoro Xadrez, eu não estou dizendo que eu odeio Futebol. Não me julgue, não pré-imagine.


Eu quero Ser Humano! Pode ser? Você deixa? Você deixa eu falar o que eu penso, fazer o que eu acredito, ler o que eu quiser? Você deixa eu ser medíocre aos seus olhos? Enquanto você me julga com adjetivos, eu transformo o mundo com verbos. Quem é você para julgar as pessoas que tiveram coragem para Ser Humano? Quem é você para mandar calar alguém que parece medíocre? Falhar na vida não é fazer algo errado. Falhar na vida é não fazer nada. Músico medíocre não é aquele que faz música com três notas e meia dúzia de palavras. Músico medíocre é aquele que engaveta canções que não consegue terminar. Mediocridade é não fazer nada. Mediocridade é querer ser muito bom da noite para o dia.


Mais de 70% dos projetos de tecnologia do mundo corporativo, vão para a terra do nunca depois de meses de trabalho inútil, milhões de reais e dólares de desperdício, porque algum "grande inventor corporativo" exigiu que tudo teria que ser do bom e do melhor, da melhor qualidade, das melhores marcas.


Não tem que ser!


É preciso aprender a trabalhar sentado em um caixote antes de comprar uma cadeira! Eu não dei permissão a você para falhar, para não fazer nada, para julgar quem faz, para travar porque você não é um Vinicius de Moraes.


A propósito, o poeta que me desculpe, mas fazer é fundamental.

sábado, 21 de maio de 2005

Leaving on a Jet Plane

All my bags are packed
I'm ready to go
I'm standing here outside your door
I hate to wake you up to say goodbye!
But the dawn is breaking
It's early morning
The taxi's waiting
He's blowing his horn
Already I'm so lonesome I could die.

So kiss me and smile for me
Tell me that you'll wait for me
Hold me like you'll never let me go
'Cause I'm leaving on a jet plane
Don't know when I'll be back again
Oh babe, I hate to go

There's so many times I've let you down
So many times I've played around
I tell you now, they don't mean a thing
Every place I go, I'll think of you
Every song I sing,
I'll sing for you
When I come back, I'll bring your wedding ring

So kiss me and smile for me
Tell me that you'll wait for me
Hold me like you'll never let me go
'Cause I'm leaving on a jet plane
Don't know when I'll be back again
Oh babe, I hate to go

Now the time has come to leave you
One more time let me kiss you
Then close your eyes I'll be on my way
Dream about the days to come
When I won't have to leave alone
About the times, I won't have to say

Oh, kiss me and smile for me
Tell me that you'll wait for me
Hold me like you'll never let me go
'Cause I'm leaving on a jet plane
Don't know when I'll be back again
Oh babe, I hate to go
But, I'm leaving on a jet plane
Don't know when I'll be back again
Oh babe, I hate to go


Word and music by John Denver

terça-feira, 17 de maio de 2005

A Vida Como Ela É

Não existe Plano B.


Eu amo tanto as coisas que eu amo que não vejo problema algum em fazê-las todos os dias até o fim da minha vida. Eu sei o que eu tenho que fazer hoje: exatamente a mesma coisa que eu fiz ontem. Eu não quero mudar a minha maneira de ser, eu quero aperfeiçoar quem eu sou. Eu salto para a vida todos os dias, e todos os dias, aparece uma rede lá embaixo.


Querida(o) Amiga(o),


Daqui a vinte anos não irá mais existir ONGs. A geração de empreendedores que irá se formar em 2010 nas faculdades pelo Brasil, não irá montar empresas para vender canetas, sapatos, bolsas, chocolates e sanduiches. Eles vão montar empresas para melhorar o mundo, consertar o que precisa ser consertado. Irão surgir empresas especialistas em despoluir rios e mares, plantar florestas e criar animais, derrubar muros residenciais, educar seres humanos para voltar a força de trabalho, limpar as ruas e alegrar os bairros, fabricar e vender comida de verdade, investigar provar e caçar a corrupção, reformar quem quer ser reformado, ajudar todos nós a viver uma vida saudável e totalmente proativa.


A próxima geração de empreendimentos não terá nas ONGs sua muleta para ajudar os outros, sua hipocresia de distribuir dinheiro. Os próprios produtos e serviços que produzem serão a sua benfeitoria para a humanidade. Nada de refrigerantes em fábricas ISO9000. Nada de cigarros em escritórios globalizados. Eu já tenho caneta o bastante, sapato o suficiente, bolsa a dar com pau, chocolate e sanduiche para engordar até o espírito. CHEGA! Esses novos gerentes dessas novas empresas não irão contratar palestrantes motivacionais para fazer o trabalho no final de semana que eles fazem durante a semana.


Os novos Funcionários-Revolucionários não precisam disso. Ser Humano que se preza não precisa de motivação, precisa de espaço para ação. Ser Humano que se preza quer melhorar o mundo, salvar o planeta. Ninguém precisa de motivação para fazer isso. O segredo do sucesso de uma empresa é exatamente esse: SALVAR O PLANETA. Executar o PLANO A. Lucrar com produtos que MELHORAM o mundo. Injetar o bom senso naquilo que produz e não ISO900 naquilo que faz mal por natureza.


Você quer uma dica sobre um mercado onde a concorrência é pouca? Leia essa mensagem novamente. Eu estou muito animado com o presente do mundo e com o futuro do Indivíduo. A cada dia que passa eu vejo mais exemplos de indivíduos corajosos que fortalecem essa crença e me deixam emocionado. Não seja cético em acreditar o contrário. Ser cético é ser commodity.


Eu conheço indivíduos tão céticos, mas tão céticos, que mesmo que o céu acordasse vermelho e os anjos descessem a Terra, ele acreditaria que tudo não passa de efeitos especiais de hollywood. Nós vivemos tempos de Reforma.

Tem Banco que diz que não parece Banco.

Tem Academia de Ginástica que diz que não parece Academia de Ginástica.

Tem Igreja que diz que não parece Igreja.

Tem Empresa que diz que não parece Empresa.

Dê mais uma chance a TUDO. Experimente mais uma vez TUDO. Tudo e todos passam por reforma. E tudo irá emergir Melhor do Mundo. Nós vamos ver isso. Nós vamos consumir isso. Nós vamos produzir isso. Não existe Plano B. O mundo é nosso e nada pode mudar isso.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.

sexta-feira, 6 de maio de 2005

Aborto de Anencéfalos

Muito humana e bonita a mensagem deixada (leia abaixo) por por uma mãe na enquete que está sendo realizada pelo Jornal O Globo On-Line, a qual poderia, ao invés de mãe, ter se tornado assassina caso tivesse permitido que a sua filha fosse abortada em razão de ser anencéfala.

"A diferença entre o homicídio e o aborto é tão somente o lugar aonde a vítima se encontra"
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monica torres lopes sanches -
nica.torres@terra.com.br - 28/4/2005
Levei até o fim a gestação de minha nenem Giovanna que tinha anencefalia. Ela nasceu dia 25/03/05 e ainda tenho nos meus ouvidos o chorinho dela ao nascer como se me pedisse proteção. Curtimos, protegemos e demos carinho o quanto de tempo tivemos com ela. Quanto ao que o Ministro Ayres Britto disse, respondo-lhe que embora minha filha não tenha tido quarto, berço e nem brinquedo, ela teve muito amor. Na UTI lhe fiz carinho e conversei com ela. Neste momento para surpresa até das enfermeiras, seus batimentos cardíacos que estavam baixos subiram e se estabilizaram provando que ela me reconheceu. Esta foi a prova de que ela é gente como qualquer outro bebê e só nos trouxe alegrias. Ao invés do remorso por tê-la matado, preferimos ficar com a saudade de sua presença rápida (seis horas e quarenta e cinco minutos) mas intensa.

... sem comentários...

Construtoras do Mundo

Recebi de um grande amigo, por e-mail. Achei seu recado muito importante, e precisa ser divulgado. Apreveitem o texto abaixo:


CONSTRUTORAS DO MUNDO
A comemoração do Dia das Mães teve um início mitológico. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. No início do século XVII, na Inglaterra, o quarto domingo da Quaresma começou a ser consagrado às mães das operárias, que ganhavam o dia de folga para visitar suas mães. Em 1914, o presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson, estabeleceu o segundo domingo de maio como Dia Nacional das Mães, por sugestão de Anna Jarvis. Esta, em 1923, respondeu furiosa a um repórter: "Não criei o dia das mães para ter lucro”. Nesse mesmo ano, ela que tanto havia lutado pelo reconhecimento da data, entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, mas não obteve sucesso.
No Brasil, o primeiro Dia das Mães foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Mais tarde a data foi também reconhecida pela Igreja Católica.
Hoje, em minha peregrinação midiática diária, entro num site que anuncia um “Especial do Dia das Mães”, e não encontro nenhuma mensagem ou homenagem especial, apenas “ofertas” comerciais e isto se repete na TV, nos jornais, revistas, rádios, etc. Não sou contra as atividades comerciais, ao contrário, entendo que o aquecimento do comércio faz girar o ciclo virtuoso do crescimento econômico, mas há uma simplificação que releva as homenageadas a segundo plano. Leio as notícias e vejo dezenas de pessoas mortas, torturadas, seqüestradas, discriminadas, famintas, desesperadas. São tantas coisas a dividir os homens, tantas injustiças, diferenças ideológicas, religiosas e econômicas, que mascaram um fato que nos identifica inexoravelmente: “somos todos filhos da mãe”.
Vamos então nos reportar a este fato e ao que representa a figura materna. Assim poderemos transformar todos os dias em Dia das Mães e dar a elas o melhor de todos os presentes: um mundo realmente melhor para seus filhos.
A todas aquelas mulheres, que constroem a cada dia o nosso mundo, todas as nossas homenagens!
Cleimon