Anda circulando pelas caixas de e-mails desse mundão virtual, a msg que reproduzo abaixo:
No dia 23 de dezembro, ante-véspera do feriado de Natal, devemos
todos pagar os pedágios das estradas com notas de R$100,00 ou R$50,00.
NÃO USAR NOSSAS MOEDAS.
MOTIVO
Devemos nos manifestar contra os altos preços cobrados pelas
concessionárias. É um absurdo pagarmos quantias tão elevadas, visto
que já pagamos outros impostos com a mesma finalidade, por exemplo o IPVA.
As tarifas devem ser justas. Ano que vem se não nos mobilizarmos terá novo reajuste.
SE TODOS COLABORAREM PORQUE FUNCIONAR�?
Se todos pagarem com notas altas (R$100,00 ou R$50,00),
provavelmente em menos de meia hora as praças de pedágios ficarão sem troco,
com isso eles serão obrigados a liberar as cabines para a passagem livre, uma vez que a
lei exige que se tenha troco ou então qua a mercadoria não seja cobrada (no caso o pedágio).
Supondo que uma praça de pedágio, visto que é feriado
de Natal, tenha um movimento de 1000 carros por minuto e todos os
carros pagarem com notas de R$50,00, supondo que o pedágio seja de R$8,10
como o cobrado pela Rodovia dos Bandeirantes, eles terão que ter, para abastecer o pedágio por uma hora a quantia de R$2.514.000,00 (Dois milhões e quinhentos e quatorze mil reais) em troco, o que é definitivamente impossÃvel.
Colabore, faça a sua parte.
CONCLUSÃO
Com esse tipo de protesto as concessionárias vão sentir no bolso
aquilo que sentimos todos os dias ao passar por uma praça de pedágio.
Vamos tentar mudar o paÃs , ajude o seu bolso e de outras pessoas também
Sinceramente, eu acho que esse tipo de manifestação é a mais burra possÃvel.
Imagine, na ante-véspera de Natal, num dia de sol (pode até ser um dia de chuva), mas que vai estar muito calor, você e sua famÃlia na estrada, parados, horas a fio, na fila do pedágio. Motor fervendo, a temperatura subindo, as crianças cansadas, sua mulher reclamando, tudo porque alguns resolveram manifestar seu desagravo com o preço do pedágio neste dia, da forma mais insensata possÃvel. Certamente será um inÃcio de férias inesquecÃvel. Quem sobreviver, lembrará!!!
Aproveitando a insensatez dessa campanha "contra-aumentos", poderÃamos lançar o feitiço contra o feiticeiro, que tal?
Explicando:
No caso do Paraná, já que o sr. governador é conivente com tais atitudes, e já que ele anunciou que vai aumentar em 15% o custo da energia elétrica, a partir de 1/1/04, vamos desligar todos os equipamentos elétricos de nossas casas, e tornar a vida da empresa elétrica um tormento, pois, sem receita (ou apenas com a receita das tarifações mÃnimas) a empresa será obrigada a se render aos consumidores, retornando as tarifas aos nÃveis anteriores, sob pena de ter sua estrutura abalada por falta de recursos... que tal? O feitiço contra o feiticeiro!!!
Que bela forma de protestar... inteligente pacas!!!
Será que ninguém ainda percebeu que as concessionárias que operam os pedágios do Paraná são o "jogo polÃtico" do sr governador, e que este se utiliza da "inocência" das pessoas para se auto-promover na tentativa de se perpetuar no poder???
Até quando vcs vão se prestar ao joguinho desse homem???
A privatização das rodovias do Paraná foi um processo errado e viciado - desde o inÃcio - e todos sabem disso.
Porque não se manifestaram quando ainda era tempo?
Algum de vocês gostaria de assinar um contrato, que durante sua vigência fosse alterado contra a sua vontade, fazendo com que vc arque com todo o ônus dessa mudança? Oras bolas, claro que não!!! Nenhuma pessoa em sã consciência admitiria tal coisa!
É a mesma coisa. As concessionárias tem um contrato que deve ser cumprido. Se o contrato não é bom para o estado, então porque foi assinado? Porque foi aceito? Quem é o responsável por isso? Vale a pena dar "votos" e "créditos" ao que hoje se opõe a esse contrato? Ele é tão criminoso quanto aquele que assinou o contrato em nossos nomes, pois pior do que aquele que faz um mal contrato, é aquele que não o cumpre.
Não, não estou do lado das concessionárias... estou apenas do lado da justiça e tentando (provavelmente sem frutos) mostrar a vocês o quanto é inútil ficar fazendo o joguinho polÃtico desse governador politiqueiro. Vcs se prestam a isso?
Pensem bem: os mesmos métodos que hoje estão sendo usados (ou tentando) contra essas empresas, amanhã poderá ser usado contra vc! E, aÃ, meu amigo, não adianta clamar por justiça, porque se ela não foi respeitada uma vez, porque seria noutra vez???
É o mesmo caso dos sem-terra que invadem, roubam, destroem a seu bel-prazer... a mesma lei que eles estupram hoje em dia, não poderá ser clamada em sua defesa amanhã quando os mesmos direitos lhe forem tomados. Ou a lei vale sempre ou não vale nunca. Ela não pode ser imparcial, afinal, todos somos iguais perante a lei!
A Lei deve ser cumprida, custe o que custar, ou doa a quem doer. Seja a lei boa ou não. Se a lei não é boa, vamos discuti-la e mudá-la. Mas o principio deve ser sempre respeitado.
Por isso, senhores manifestantes, que escrevem e distribuem esses e-mails absurdos, pensem bem a quem estarão servindo nessas manifestações "do-contra" que se colocam a fazer... raciocinem, meditem, e vejam ao serviço de quem estão se colocando... sejam honestos e sensatos consigo mesmos!!!
Não é desobedecendo as leis que vamos mudar ou melhorar o paÃs, muito pelo contrário, porque se fosse assim, o paÃs teria que estar bom, porque lei é o que menos se respeita nesse paÃs. E vocês todos reclamam diariamente disso...
Se queremos melhorar o paÃs, vamos, primeiro, respeitar as leis. Se a lei, não é boa, vamos discuti-la. Estamos numa democracia e não numa anarquia.
domingo, 30 de novembro de 2003
quarta-feira, 26 de novembro de 2003
UM PA�S A SER DESCOBERTO III
Meus Caros,
Para introduzir o assunto sobre o qual vou falar gostaria de contar um fato ocorrido no prédio de escritórios onde ficava a empresa de Editoração Eletrônica da qual era sócio em Campinas.
Neste prédio havia uma "empresa" de compra e venda de dólares muito conhecida de todos da cidade e ao meio-dia, exatos, de uma plena terça-feira ocorreu um assalto no "andar do doleiro" como todos diziam. Foi para mim um susto muito grande quando descia as escadas e na contramão subiam apontado beretas, escopetas (e outros aparatos do capeta) em minha direção. Ufa! Que susto. Ainda bem que sou branquinho e tenho cara de ogro (já apelidado por amigos) e passei livre pelo pelotão que estava à  procura dos assaltantes. Como resultado desta horrÃvel experiência o sÃÂndico do prédio convocou uma assembléia extraordinária para se deliberar sobre a questão de segurança e sem mais tardar foi adotado um novo regime na portaria - AS PORTAS DE ENTRADA PERMANECERIAM FECHADAS DURANTE OS HORÃ�RIOS DAS 12:00 ÀS 14:00 HORAS.
Podem rir. É claro que esta medida não tem efeito algum. Mas aqui na fabulosa América do Norte coisas parecidas acontecem. Observem o acontecido em onze de setembro em Nova Iorque. Dois aviões colidem contra as duas torres sÃmbolo da cidade e do capitalismo. Um contra o prédio do pentágono e o outro evaporou (supostamente caiu por rebeldia dos heróis a bordo - não foi um mÃssil do jato da força aérea que seguia o avião não). Resultado: Foi criado um novo ministério "DA SEGURANÇA DOMÉSTICA" com poderes sobre os incômodos FBI e CIA e junto com o barco o INS ("la migra"); todos os aeroportos tiveram que comprar equipamentos de detecção de metais e raio-x para todas as bagagens, além de todo o pessoal da segurança ser obrigatoriamente funcionário público; foi declarado guerra contra o Afeganistão (quase todo americano sabia imediatamente que o ataque foi comandado de lá e que era lá que estava o inimigo público número um, coitado já esquecido dos jornais); e posteriormente a declaração do "eixo do mal" incluindo o Iraque, Irã e Coréia do Norte.
Mantendo as devidas proporções, o que isso significa é que fecharam as portas das 12:00 às 14:00 e assim quem sabe a opinião pública se sente segura e acha que o governo está cuidando da situação com seriedade.
Prevenção é uma palavra que não existe no dicionário norte-americano. O máximo que se consegue é reação. Se você começa uma frase com "e se..." ("what if") você será abortado imediatamente de sua linha de argumentação com a resposta "quando acontecer a gente vê o que se faz".
Prevenção contra doença - dá-lhe remédio. Prevenção contra crime - dá-lhe cadeira elétrica. Prevenção contra terrorismo - dá-lhe bomba.
Para introduzir o assunto sobre o qual vou falar gostaria de contar um fato ocorrido no prédio de escritórios onde ficava a empresa de Editoração Eletrônica da qual era sócio em Campinas.
Neste prédio havia uma "empresa" de compra e venda de dólares muito conhecida de todos da cidade e ao meio-dia, exatos, de uma plena terça-feira ocorreu um assalto no "andar do doleiro" como todos diziam. Foi para mim um susto muito grande quando descia as escadas e na contramão subiam apontado beretas, escopetas (e outros aparatos do capeta) em minha direção. Ufa! Que susto. Ainda bem que sou branquinho e tenho cara de ogro (já apelidado por amigos) e passei livre pelo pelotão que estava à  procura dos assaltantes. Como resultado desta horrÃvel experiência o sÃÂndico do prédio convocou uma assembléia extraordinária para se deliberar sobre a questão de segurança e sem mais tardar foi adotado um novo regime na portaria - AS PORTAS DE ENTRADA PERMANECERIAM FECHADAS DURANTE OS HORÃ�RIOS DAS 12:00 ÀS 14:00 HORAS.
Podem rir. É claro que esta medida não tem efeito algum. Mas aqui na fabulosa América do Norte coisas parecidas acontecem. Observem o acontecido em onze de setembro em Nova Iorque. Dois aviões colidem contra as duas torres sÃmbolo da cidade e do capitalismo. Um contra o prédio do pentágono e o outro evaporou (supostamente caiu por rebeldia dos heróis a bordo - não foi um mÃssil do jato da força aérea que seguia o avião não). Resultado: Foi criado um novo ministério "DA SEGURANÇA DOMÉSTICA" com poderes sobre os incômodos FBI e CIA e junto com o barco o INS ("la migra"); todos os aeroportos tiveram que comprar equipamentos de detecção de metais e raio-x para todas as bagagens, além de todo o pessoal da segurança ser obrigatoriamente funcionário público; foi declarado guerra contra o Afeganistão (quase todo americano sabia imediatamente que o ataque foi comandado de lá e que era lá que estava o inimigo público número um, coitado já esquecido dos jornais); e posteriormente a declaração do "eixo do mal" incluindo o Iraque, Irã e Coréia do Norte.
Mantendo as devidas proporções, o que isso significa é que fecharam as portas das 12:00 às 14:00 e assim quem sabe a opinião pública se sente segura e acha que o governo está cuidando da situação com seriedade.
Prevenção é uma palavra que não existe no dicionário norte-americano. O máximo que se consegue é reação. Se você começa uma frase com "e se..." ("what if") você será abortado imediatamente de sua linha de argumentação com a resposta "quando acontecer a gente vê o que se faz".
Prevenção contra doença - dá-lhe remédio. Prevenção contra crime - dá-lhe cadeira elétrica. Prevenção contra terrorismo - dá-lhe bomba.
domingo, 23 de novembro de 2003
Treinamento é para cachorro. Educação é para Seres Humanos.
"Educação é o que sobrevive quando o que tinha que ser aprendido é esquecido".
Querida Amiga (o),
Nos últimos anos eu tive a oportunidade de receber muitos americanos no Brasil. Eles chegavam ao nosso paÃs para trabalhar conosco na solução de problemas de negócios e por aqui ficavam alguns dias, semanas ou meses. Alguns deles nunca haviam saÃdo dos Estados Unidos, outros sim.
Logo que nos encontrávamos, eu podia facilmente identificar o americano bem educado pelo seu comportamento nos primeiros instantes. O americano bem educado era aquele que se apresentava para mim e para todos os outros brasileiros com um pedido de desculpas por não saber falar português.
O americano mal educado era aquele que não se importava em perguntar se eu estava entendendo o inglês dele ou não. O mal educado falava rápido, com sotaque carregado, e no silêncio, acreditava que eu deveria ter nascido sabendo falar o idioma dele ou eu estava fora.
O engraçado é que eu não queria desperdiçar um segundo sequer dessas visitas falando português. Eu queria aproveitá-las para falar inglês, aprimorar o meu vocabulário e aprender sobre uma cultura diferente.
Esse fato, como todos os outros que acontecem todos os dias na nossa vida, me ensinou uma lição, "Se eu quiser que uma pessoa entenda o que eu estou falando, EU PRECISO SER EDUCADO. Eu preciso saber falar o idioma dela, e não o meu".
Mais de 50% das empresas em todo o mundo colocam a comunicação entre os seus funcionários como a principal causa dos seus problemas do dia-a-dia. Um vendedor precisa da ajuda de um colega sentado do outro lado do escritório, no departamento financeiro, e ao invés de falar "financerês", o vendedor fala "vendês". Alguém na produção precisa da ajuda de um colega no marketing, e ao invés de falar "marketês", ele fala "producês".
"Nós fomos treinados para pensar em nós mesmos. Não fomos educados para pensar nos outros". Se isso é uma verdade, MUDE A REALIDADE!
PARABÉNS AOS FRANCESES que se recusam a falar inglês na terra deles (se você está na França, fale francês! Ou pelo menos demonstre um interesse sincero em se expressar em francês). Se você estiver dentro do seu cliente, seja educado, fale o idioma dele! Não seja como um cachorro treinado que só sabe latir aquilo que lhe foi ensinado.
Uma vez eu recebi o telefonema de uma caça-talentos da Accenture, consultoria multinacional, sobre uma oportunidade de colocação por lá. A entrevista foi marcada para as nove horas da manhã. Às nove horas em ponto eu me fiz anunciar ao gerente que deveria me entrevistar. Para o meu espanto, ele me deixou esperando na recepção exatamente uma hora. Fui atendido as dez horas da manhã. Entre sorrisos e apertos de mão, o gerente pedia desculpas pelo atraso e falava sobre o seu dia corrido, projetos paralelos, objetivos a cumprir etc.
Após as apresentações iniciais, eu perguntei a ele, "Sr. X, qual é a estratégia em deixar uma pessoa esperando uma hora para ser atendida?", "Negociação, meu caro Watson. Após uma hora na espera, o "fornecedor" está cansado e ansioso", disse o gerente, "Muito inteligente", disse eu, "Quem treinou você nisso?".
NÓS FOMOS TREINADOS para vender; não fomos educados para ajudar os outros a crescer e prosperar.
NÓS FOMOS TREINADOS para repetir "segue anexo, segue abaixo, conforme solicitado, vimos por meio dessa, sem mais para o momento, atenciosamente"; e não educados para falar "antes que você me pedisse, antes que você precisasse, sinta-se à vontade, um grande abraço, eu estarei sempre aqui".
NÓS FOMOS TREINADOS para assistir aos programas de televisão que todos assistem, estudar na faculdade que todos estudam, trabalhar na empresa onde todos trabalham, vender da maneira que todos vendem, usar as palavras que todos usam; e não educados para pensar, questionar, cooperar.
Imagine se Moisés fosse um cara treinado. Ele nunca teria retirado os judeus do Egito. Imagine se Jesus Cristo fosse um cara treinado. Ele nunca teria enfrentado o status quo da sua época. Imagine se Maomé fosse um cara treinado. Ele nunca teria brigado por aquilo que acreditava. Imagine se Buda fosse um cara treinado. Ele nunca teria agido como agiu. Imagine se Gandhi fosse um cara treinado. Ele nunca teria acreditado que uma Ã�ndia livre seria possÃvel.
Imagine agora se VOCÊ for um cara treinado. Você muito provavelmente vai chegar onde todos chegam. No lugar onde não tem espaço para todos.
Seja educado. "Fale russo com os russos, francês com os franceses, inglês com os ingleses!" Nada menos que isso interessa.
Querida Amiga (o),
Nos últimos anos eu tive a oportunidade de receber muitos americanos no Brasil. Eles chegavam ao nosso paÃs para trabalhar conosco na solução de problemas de negócios e por aqui ficavam alguns dias, semanas ou meses. Alguns deles nunca haviam saÃdo dos Estados Unidos, outros sim.
Logo que nos encontrávamos, eu podia facilmente identificar o americano bem educado pelo seu comportamento nos primeiros instantes. O americano bem educado era aquele que se apresentava para mim e para todos os outros brasileiros com um pedido de desculpas por não saber falar português.
O americano mal educado era aquele que não se importava em perguntar se eu estava entendendo o inglês dele ou não. O mal educado falava rápido, com sotaque carregado, e no silêncio, acreditava que eu deveria ter nascido sabendo falar o idioma dele ou eu estava fora.
O engraçado é que eu não queria desperdiçar um segundo sequer dessas visitas falando português. Eu queria aproveitá-las para falar inglês, aprimorar o meu vocabulário e aprender sobre uma cultura diferente.
Esse fato, como todos os outros que acontecem todos os dias na nossa vida, me ensinou uma lição, "Se eu quiser que uma pessoa entenda o que eu estou falando, EU PRECISO SER EDUCADO. Eu preciso saber falar o idioma dela, e não o meu".
Mais de 50% das empresas em todo o mundo colocam a comunicação entre os seus funcionários como a principal causa dos seus problemas do dia-a-dia. Um vendedor precisa da ajuda de um colega sentado do outro lado do escritório, no departamento financeiro, e ao invés de falar "financerês", o vendedor fala "vendês". Alguém na produção precisa da ajuda de um colega no marketing, e ao invés de falar "marketês", ele fala "producês".
"Nós fomos treinados para pensar em nós mesmos. Não fomos educados para pensar nos outros". Se isso é uma verdade, MUDE A REALIDADE!
PARABÉNS AOS FRANCESES que se recusam a falar inglês na terra deles (se você está na França, fale francês! Ou pelo menos demonstre um interesse sincero em se expressar em francês). Se você estiver dentro do seu cliente, seja educado, fale o idioma dele! Não seja como um cachorro treinado que só sabe latir aquilo que lhe foi ensinado.
Uma vez eu recebi o telefonema de uma caça-talentos da Accenture, consultoria multinacional, sobre uma oportunidade de colocação por lá. A entrevista foi marcada para as nove horas da manhã. Às nove horas em ponto eu me fiz anunciar ao gerente que deveria me entrevistar. Para o meu espanto, ele me deixou esperando na recepção exatamente uma hora. Fui atendido as dez horas da manhã. Entre sorrisos e apertos de mão, o gerente pedia desculpas pelo atraso e falava sobre o seu dia corrido, projetos paralelos, objetivos a cumprir etc.
Após as apresentações iniciais, eu perguntei a ele, "Sr. X, qual é a estratégia em deixar uma pessoa esperando uma hora para ser atendida?", "Negociação, meu caro Watson. Após uma hora na espera, o "fornecedor" está cansado e ansioso", disse o gerente, "Muito inteligente", disse eu, "Quem treinou você nisso?".
NÓS FOMOS TREINADOS para vender; não fomos educados para ajudar os outros a crescer e prosperar.
NÓS FOMOS TREINADOS para repetir "segue anexo, segue abaixo, conforme solicitado, vimos por meio dessa, sem mais para o momento, atenciosamente"; e não educados para falar "antes que você me pedisse, antes que você precisasse, sinta-se à vontade, um grande abraço, eu estarei sempre aqui".
NÓS FOMOS TREINADOS para assistir aos programas de televisão que todos assistem, estudar na faculdade que todos estudam, trabalhar na empresa onde todos trabalham, vender da maneira que todos vendem, usar as palavras que todos usam; e não educados para pensar, questionar, cooperar.
Imagine se Moisés fosse um cara treinado. Ele nunca teria retirado os judeus do Egito. Imagine se Jesus Cristo fosse um cara treinado. Ele nunca teria enfrentado o status quo da sua época. Imagine se Maomé fosse um cara treinado. Ele nunca teria brigado por aquilo que acreditava. Imagine se Buda fosse um cara treinado. Ele nunca teria agido como agiu. Imagine se Gandhi fosse um cara treinado. Ele nunca teria acreditado que uma Ã�ndia livre seria possÃvel.
Imagine agora se VOCÊ for um cara treinado. Você muito provavelmente vai chegar onde todos chegam. No lugar onde não tem espaço para todos.
Seja educado. "Fale russo com os russos, francês com os franceses, inglês com os ingleses!" Nada menos que isso interessa.
sábado, 22 de novembro de 2003
Olho por olho...
“O olho por olho irá transformar todos nós em cegos�.
Querida Amiga(o),
Se a população da Terra fosse reduzida a uma vila com somente 100 pessoas, ela iria se parecer com algo como: 57 Asiáticos. 21 Europeus. 14 Norte e Sul-Americanos. 8 Africanos. 30 Brancos. 70 Não-brancos. 6 pessoas seriam donas de 59% da riqueza do mundo e todas as 6 pessoas seriam Norte-Americanas. 80 viveriam em residências abaixo do nÃvel inaceitável de pobreza. 70 não teriam condição para ler. 50 sofreriam de má nutrição. Uma pessoa teria nÃvel superior completo e uma pessoa teria computador.
O mundo está em colapso? Não, de forma alguma. Nós vivemos no momento mais extraordinário da historia da humanidade. Esse não é um momento para sermos pessimistas, mas para sermos otimistas. Não é um momento para temer, mas para sermos gratos todos os dias pela oportunidade de vivê-lo, e termos a graça de sermos os pioneiros empreendedores que irão fazer a virada acontecer.
HOJE, todas as culturas do mundo, passado e presente, estão de alguma forma disponÃveis para nós. O quê até algumas décadas atrás não era possÃvel, agora é. O meu pai, por exemplo, cresceu no interior de S.Paulo, estudou no interior de S.Paulo, casou-se com a minha mãe que nasceu no interior de S.Paulo, ambos seguiram a religião que predominava no interior de S.Paulo, e ambos educaram os seus filhos de acordo. Eu, por exemplo, me casei com uma baiana que nasceu a 3.000 quilômetros de distância de onde eu nasci, e vou educar os meus filhos em um local diferente de onde eu cresci.
Das pequenas fazendas do interior do Brasil até as cidades de Moçambique, das empresas globalizadas até a distribuição da internet, o incrÃvel crescimento do mundo rumo a uma única sociedade integrada parece ser o destino da humanidade.
Desde criança, eu tenho o desejo de mudar o mundo. Sim, porque ao que me parecia, o mundo precisava de mudanças. Na escola, eu tinha que aprender coisas, mas qual era o propósito das coisas que eu aprendia, como eu poderia mudar o mundo com biologia, quÃmica, história, geografia? Na igreja, eu tinha que aprender religião, ser pobre era ser bom, ser rico era ser mal, você sofre hoje, eles sofrerão amanhã. Na rua, eu era assaltado, eu tinha roupas, e o menino que me assaltava não tinha roupas. Na polÃtica, ninguém podia votar, era proibido, o povo não sabia votar. Nos esportes, havia um único esporte, se você não fosse bom nesse esporte, não havia mais nada. Nas lojas, eu queria uma bicicleta, mas só existia um modelo, de uma única marca, de uma única cor, em uma única loja, e eu não podia comprá-la. Eu queria mudar o mundo, mas ao que me parecia, ninguém estava muito interessado nessa idéia.
Eu olhava para aqueles adultos a minha volta e pensava, o que passa pela cabeça deles? Porque eles nunca quiseram mudar o mundo? Que medo, que temor, que trauma, fez com que eles esquecessem de questionar os outros e a si próprio?
Desde jovem, eu tinha o desejo de mudar o mundo. Na faculdade, a educação se tornou um negócio. Pegue o seu diploma e coloque na parede. No trabalho, nada do que você aprendeu até então serve. Integridade, não serve. Amor, não serve. Paixão, não serve. Tesão, não serve. FamÃlia, não serve. Amizades, não serve. Criatividade, não serve. Integração, não serve.
O mundo está em colapso? De maneira alguma. Você não precisa mais ter R$ 30 reais para comprar um CD por causa de uma música, quando você pode comprá-la pela internet por R$ 3,00 reais e fazer o seu próprio CD. Você não precisa comprar uma enciclopédia de 40 volumes por R$ 2.000,00 reais para usar de vez em quando, quando você pode comprá-la em CD por R$ 50 reais. Você não precisa ir até os EUA estudar inglês por R$ 300,00 por dia, quando você pode estudar na internet com alunos de outros paÃses por R$ 50,00, ou comprar um excelente curso em CD na banca mais próxima da sua casa por R$ 7,00. Você não precisa ter R$ 100,00 para comprar um remédio para uma determinada doença, quando você pode comprar um genérico por R$ 15,00. Você não precisa comprar um software de CRM por R$ 5.000,00 por máquina para a sua empresa, quando você pode fazê-lo hoje por R$ 50,00.
Muitas mudanças? Um mundo terrÃvel? Não, de forma alguma. Você não precisa mais pensar sozinho, sofrer sozinho, ficar com medo sozinho, na sua sala, no seu cubÃculo, na sua casa. Você pode criar as idéias e o futuro com a colaboração de pessoas que estão ao seu lado, e outros que talvez você nunca encontre pessoalmente, mas estão conectadas e querem mudar o mundo como você.
Hoje, eu continuo com o desejo de mudar o mundo. E como você pode ver, eu não sou o único. Centenas e centenas de milhares de Seres Humanos MARAVILHOSOS que vivem ao nosso redor, e que não colocaram os seus sonhos para dormir, fazem o mesmo.
Quem disse que a empresa em que você trabalha não é lugar para quem não quer mudar o mundo? Se você tem 50 colegas, você tem o poder para mudar a vida de 50 famÃlias, 250 pessoas. Se você tem 25 clientes, você tem o poder para mudar a vida de 25 empresas, 2.500 pessoas. Se você tem 5 fornecedores, você tem o poder para mudar a vida de 5 organizações, 5.000 pessoas.
O mundo integrado, onde espiritualidade, trabalho, amizade, diversidade, criatividade e humanidade chegou. Traga para dentro da sua empresa tudo que você acredita. Traga para dentro de sua casa tudo que você acredita. QUEBRE TUDO!!! Não existe essa coisa de Missão Pessoal e Missão Profissional, existe uma única missão.
Uma empresa é lugar para quem quer mudar o mundo. Eu já mudei e vou mudar de novo, e você?
Uma única missão. Nada menos que isso interessa.
Querida Amiga(o),
Se a população da Terra fosse reduzida a uma vila com somente 100 pessoas, ela iria se parecer com algo como: 57 Asiáticos. 21 Europeus. 14 Norte e Sul-Americanos. 8 Africanos. 30 Brancos. 70 Não-brancos. 6 pessoas seriam donas de 59% da riqueza do mundo e todas as 6 pessoas seriam Norte-Americanas. 80 viveriam em residências abaixo do nÃvel inaceitável de pobreza. 70 não teriam condição para ler. 50 sofreriam de má nutrição. Uma pessoa teria nÃvel superior completo e uma pessoa teria computador.
O mundo está em colapso? Não, de forma alguma. Nós vivemos no momento mais extraordinário da historia da humanidade. Esse não é um momento para sermos pessimistas, mas para sermos otimistas. Não é um momento para temer, mas para sermos gratos todos os dias pela oportunidade de vivê-lo, e termos a graça de sermos os pioneiros empreendedores que irão fazer a virada acontecer.
HOJE, todas as culturas do mundo, passado e presente, estão de alguma forma disponÃveis para nós. O quê até algumas décadas atrás não era possÃvel, agora é. O meu pai, por exemplo, cresceu no interior de S.Paulo, estudou no interior de S.Paulo, casou-se com a minha mãe que nasceu no interior de S.Paulo, ambos seguiram a religião que predominava no interior de S.Paulo, e ambos educaram os seus filhos de acordo. Eu, por exemplo, me casei com uma baiana que nasceu a 3.000 quilômetros de distância de onde eu nasci, e vou educar os meus filhos em um local diferente de onde eu cresci.
Das pequenas fazendas do interior do Brasil até as cidades de Moçambique, das empresas globalizadas até a distribuição da internet, o incrÃvel crescimento do mundo rumo a uma única sociedade integrada parece ser o destino da humanidade.
Desde criança, eu tenho o desejo de mudar o mundo. Sim, porque ao que me parecia, o mundo precisava de mudanças. Na escola, eu tinha que aprender coisas, mas qual era o propósito das coisas que eu aprendia, como eu poderia mudar o mundo com biologia, quÃmica, história, geografia? Na igreja, eu tinha que aprender religião, ser pobre era ser bom, ser rico era ser mal, você sofre hoje, eles sofrerão amanhã. Na rua, eu era assaltado, eu tinha roupas, e o menino que me assaltava não tinha roupas. Na polÃtica, ninguém podia votar, era proibido, o povo não sabia votar. Nos esportes, havia um único esporte, se você não fosse bom nesse esporte, não havia mais nada. Nas lojas, eu queria uma bicicleta, mas só existia um modelo, de uma única marca, de uma única cor, em uma única loja, e eu não podia comprá-la. Eu queria mudar o mundo, mas ao que me parecia, ninguém estava muito interessado nessa idéia.
Eu olhava para aqueles adultos a minha volta e pensava, o que passa pela cabeça deles? Porque eles nunca quiseram mudar o mundo? Que medo, que temor, que trauma, fez com que eles esquecessem de questionar os outros e a si próprio?
Desde jovem, eu tinha o desejo de mudar o mundo. Na faculdade, a educação se tornou um negócio. Pegue o seu diploma e coloque na parede. No trabalho, nada do que você aprendeu até então serve. Integridade, não serve. Amor, não serve. Paixão, não serve. Tesão, não serve. FamÃlia, não serve. Amizades, não serve. Criatividade, não serve. Integração, não serve.
O mundo está em colapso? De maneira alguma. Você não precisa mais ter R$ 30 reais para comprar um CD por causa de uma música, quando você pode comprá-la pela internet por R$ 3,00 reais e fazer o seu próprio CD. Você não precisa comprar uma enciclopédia de 40 volumes por R$ 2.000,00 reais para usar de vez em quando, quando você pode comprá-la em CD por R$ 50 reais. Você não precisa ir até os EUA estudar inglês por R$ 300,00 por dia, quando você pode estudar na internet com alunos de outros paÃses por R$ 50,00, ou comprar um excelente curso em CD na banca mais próxima da sua casa por R$ 7,00. Você não precisa ter R$ 100,00 para comprar um remédio para uma determinada doença, quando você pode comprar um genérico por R$ 15,00. Você não precisa comprar um software de CRM por R$ 5.000,00 por máquina para a sua empresa, quando você pode fazê-lo hoje por R$ 50,00.
Muitas mudanças? Um mundo terrÃvel? Não, de forma alguma. Você não precisa mais pensar sozinho, sofrer sozinho, ficar com medo sozinho, na sua sala, no seu cubÃculo, na sua casa. Você pode criar as idéias e o futuro com a colaboração de pessoas que estão ao seu lado, e outros que talvez você nunca encontre pessoalmente, mas estão conectadas e querem mudar o mundo como você.
Hoje, eu continuo com o desejo de mudar o mundo. E como você pode ver, eu não sou o único. Centenas e centenas de milhares de Seres Humanos MARAVILHOSOS que vivem ao nosso redor, e que não colocaram os seus sonhos para dormir, fazem o mesmo.
Quem disse que a empresa em que você trabalha não é lugar para quem não quer mudar o mundo? Se você tem 50 colegas, você tem o poder para mudar a vida de 50 famÃlias, 250 pessoas. Se você tem 25 clientes, você tem o poder para mudar a vida de 25 empresas, 2.500 pessoas. Se você tem 5 fornecedores, você tem o poder para mudar a vida de 5 organizações, 5.000 pessoas.
O mundo integrado, onde espiritualidade, trabalho, amizade, diversidade, criatividade e humanidade chegou. Traga para dentro da sua empresa tudo que você acredita. Traga para dentro de sua casa tudo que você acredita. QUEBRE TUDO!!! Não existe essa coisa de Missão Pessoal e Missão Profissional, existe uma única missão.
Uma empresa é lugar para quem quer mudar o mundo. Eu já mudei e vou mudar de novo, e você?
Uma única missão. Nada menos que isso interessa.
quinta-feira, 20 de novembro de 2003
"Matrix / Matrix Reloaded / Rebooted / e outras bobagens"
Pois é... a velha sina continua. A maldição das continuações continua recaindo sobre TODAS ou quase todas as continuações.
O primeiro filme foi muito bom, uma verdadeira "ficção cientÃfica" do novo milênio. Mundo digital, dominação das máquinas, luta entre o bem e o mal, coisas do gênero. O charme do filme é que a gente não entende bulufas desde o inÃcio e precisa ser persistente para começar a entender algo no final, e somente digerir por completo na segunda ou terceira vez que assite. (tem gente que assiste duzentas vezes e continua sem entender nada... mas isso é outra história).
O segundo filme não tem esse charme, porque o principal segredo foi explicado no primeiro. O segundo fica te enchendo de lutas e aquela cena de sexo e nudez desnecessárias no inÃcio, que ficou ridÃculo!!! E foi mais uma vez o uso de um recurso velho e barato para buscar bilheteria.
Mas, como eu disse, perdeu o charme. Nem quero ver a terceira parte. Exagero de minha parte - sim, vou assistir - porque gosto de assistir tudo para depois poder falar a respeito com razão e conhecimento. Mas já pressinto que vai ser duro de engolir, de digestão difÃcil, e muito!!! Me arrependi de ter comprado o Dvd da segunda parte. Mas, vá lá!
Os recursos de efeitos especiais são demasiadamente usados, tornando-se enjoativos durante o filme. Quando o infeliz vai lutar, a gente já tá mais cansado do que ele, e olha que nem levantamos da poltrona... Show barato e limitado de violência virtual mesmo!!! As cenas de perseguição na tal "BR101 deles" até que são boas e as cenas da moto também..., o duro é aguentar aquelas lutas em cima do caminhão... como falei, cansativo demais, repetitivo demais... e o gancho para a terceira parte... ridÃculo... faltou um bocado de imaginação para criar algo melhor, ou melhor, acho que gastaram tudo que tinham de criativo na primeira parte... agora não sobrou muita coisa. DEUSMELIVRE comprar mais alguma baboseira deles, como carttuchos de games, revistas e livros, como sugerem a mÃdia - para ajudar a compreender o filme - ... encheu o saco de matrix!!!
Como já disse, eu gostei muito do primeiro filme. A idéia foi muito original, mas muito mesmo, e a teoria muito bem formulada. A forma como o filme foi montada, foi genial, o que no inÃcio parece mais um filme de bobagens, começa a ficar interessante e intrigante, pois ele estimula nossa imaginação a formar possÃveis teorias sobre do que o filme está tratando, mesmo durante o filme. Essa sensação só terá quem assistir o primeiro filme, sendo virgem como eu fui: sem ter lido nem escutado absolutamente NADA a respeito do filme. Por isso, durante o filme, ou seja, nos primeiros 15/20 minutos eu pensava que se tratava de mais um filme de bobagens virtuais, e coisas nada verossÃmeis. Mas com o passar do tempo, algumas pistas vão sendo lançadas, que aguçam a nossa curiosidade sobre o que realmente está acontecendo, e sobre o que É a matrix. Isso foi sensacional. Por isso comprei o Dvd, e assiti 2,3,4,n vezes, e cada vez aproveitando mais daquela "teoria" proposta.
Eu esperava algo assim no segundo filme... por isso a decepção! Nada disso aconteceu! Foi só um show de violência "cansativa"!!! E vc já começa a imaginar o final do filme, quando nada mais te surpreende, nem as palavras "to be continued"...
A verdade é que SEMPRE é difÃcil alguma continuação ser melhor que a primeira vez. Muito difÃcil...
O primeiro filme foi muito bom, uma verdadeira "ficção cientÃfica" do novo milênio. Mundo digital, dominação das máquinas, luta entre o bem e o mal, coisas do gênero. O charme do filme é que a gente não entende bulufas desde o inÃcio e precisa ser persistente para começar a entender algo no final, e somente digerir por completo na segunda ou terceira vez que assite. (tem gente que assiste duzentas vezes e continua sem entender nada... mas isso é outra história).
O segundo filme não tem esse charme, porque o principal segredo foi explicado no primeiro. O segundo fica te enchendo de lutas e aquela cena de sexo e nudez desnecessárias no inÃcio, que ficou ridÃculo!!! E foi mais uma vez o uso de um recurso velho e barato para buscar bilheteria.
Mas, como eu disse, perdeu o charme. Nem quero ver a terceira parte. Exagero de minha parte - sim, vou assistir - porque gosto de assistir tudo para depois poder falar a respeito com razão e conhecimento. Mas já pressinto que vai ser duro de engolir, de digestão difÃcil, e muito!!! Me arrependi de ter comprado o Dvd da segunda parte. Mas, vá lá!
Os recursos de efeitos especiais são demasiadamente usados, tornando-se enjoativos durante o filme. Quando o infeliz vai lutar, a gente já tá mais cansado do que ele, e olha que nem levantamos da poltrona... Show barato e limitado de violência virtual mesmo!!! As cenas de perseguição na tal "BR101 deles" até que são boas e as cenas da moto também..., o duro é aguentar aquelas lutas em cima do caminhão... como falei, cansativo demais, repetitivo demais... e o gancho para a terceira parte... ridÃculo... faltou um bocado de imaginação para criar algo melhor, ou melhor, acho que gastaram tudo que tinham de criativo na primeira parte... agora não sobrou muita coisa. DEUSMELIVRE comprar mais alguma baboseira deles, como carttuchos de games, revistas e livros, como sugerem a mÃdia - para ajudar a compreender o filme - ... encheu o saco de matrix!!!
Como já disse, eu gostei muito do primeiro filme. A idéia foi muito original, mas muito mesmo, e a teoria muito bem formulada. A forma como o filme foi montada, foi genial, o que no inÃcio parece mais um filme de bobagens, começa a ficar interessante e intrigante, pois ele estimula nossa imaginação a formar possÃveis teorias sobre do que o filme está tratando, mesmo durante o filme. Essa sensação só terá quem assistir o primeiro filme, sendo virgem como eu fui: sem ter lido nem escutado absolutamente NADA a respeito do filme. Por isso, durante o filme, ou seja, nos primeiros 15/20 minutos eu pensava que se tratava de mais um filme de bobagens virtuais, e coisas nada verossÃmeis. Mas com o passar do tempo, algumas pistas vão sendo lançadas, que aguçam a nossa curiosidade sobre o que realmente está acontecendo, e sobre o que É a matrix. Isso foi sensacional. Por isso comprei o Dvd, e assiti 2,3,4,n vezes, e cada vez aproveitando mais daquela "teoria" proposta.
Eu esperava algo assim no segundo filme... por isso a decepção! Nada disso aconteceu! Foi só um show de violência "cansativa"!!! E vc já começa a imaginar o final do filme, quando nada mais te surpreende, nem as palavras "to be continued"...
A verdade é que SEMPRE é difÃcil alguma continuação ser melhor que a primeira vez. Muito difÃcil...
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