“O olho por olho irá transformar todos nós em cegos�.
Querida Amiga(o),
Se a população da Terra fosse reduzida a uma vila com somente 100 pessoas, ela iria se parecer com algo como: 57 Asiáticos. 21 Europeus. 14 Norte e Sul-Americanos. 8 Africanos. 30 Brancos. 70 Não-brancos. 6 pessoas seriam donas de 59% da riqueza do mundo e todas as 6 pessoas seriam Norte-Americanas. 80 viveriam em residências abaixo do nÃvel inaceitável de pobreza. 70 não teriam condição para ler. 50 sofreriam de má nutrição. Uma pessoa teria nÃvel superior completo e uma pessoa teria computador.
O mundo está em colapso? Não, de forma alguma. Nós vivemos no momento mais extraordinário da historia da humanidade. Esse não é um momento para sermos pessimistas, mas para sermos otimistas. Não é um momento para temer, mas para sermos gratos todos os dias pela oportunidade de vivê-lo, e termos a graça de sermos os pioneiros empreendedores que irão fazer a virada acontecer.
HOJE, todas as culturas do mundo, passado e presente, estão de alguma forma disponÃveis para nós. O quê até algumas décadas atrás não era possÃvel, agora é. O meu pai, por exemplo, cresceu no interior de S.Paulo, estudou no interior de S.Paulo, casou-se com a minha mãe que nasceu no interior de S.Paulo, ambos seguiram a religião que predominava no interior de S.Paulo, e ambos educaram os seus filhos de acordo. Eu, por exemplo, me casei com uma baiana que nasceu a 3.000 quilômetros de distância de onde eu nasci, e vou educar os meus filhos em um local diferente de onde eu cresci.
Das pequenas fazendas do interior do Brasil até as cidades de Moçambique, das empresas globalizadas até a distribuição da internet, o incrÃvel crescimento do mundo rumo a uma única sociedade integrada parece ser o destino da humanidade.
Desde criança, eu tenho o desejo de mudar o mundo. Sim, porque ao que me parecia, o mundo precisava de mudanças. Na escola, eu tinha que aprender coisas, mas qual era o propósito das coisas que eu aprendia, como eu poderia mudar o mundo com biologia, quÃmica, história, geografia? Na igreja, eu tinha que aprender religião, ser pobre era ser bom, ser rico era ser mal, você sofre hoje, eles sofrerão amanhã. Na rua, eu era assaltado, eu tinha roupas, e o menino que me assaltava não tinha roupas. Na polÃtica, ninguém podia votar, era proibido, o povo não sabia votar. Nos esportes, havia um único esporte, se você não fosse bom nesse esporte, não havia mais nada. Nas lojas, eu queria uma bicicleta, mas só existia um modelo, de uma única marca, de uma única cor, em uma única loja, e eu não podia comprá-la. Eu queria mudar o mundo, mas ao que me parecia, ninguém estava muito interessado nessa idéia.
Eu olhava para aqueles adultos a minha volta e pensava, o que passa pela cabeça deles? Porque eles nunca quiseram mudar o mundo? Que medo, que temor, que trauma, fez com que eles esquecessem de questionar os outros e a si próprio?
Desde jovem, eu tinha o desejo de mudar o mundo. Na faculdade, a educação se tornou um negócio. Pegue o seu diploma e coloque na parede. No trabalho, nada do que você aprendeu até então serve. Integridade, não serve. Amor, não serve. Paixão, não serve. Tesão, não serve. FamÃlia, não serve. Amizades, não serve. Criatividade, não serve. Integração, não serve.
O mundo está em colapso? De maneira alguma. Você não precisa mais ter R$ 30 reais para comprar um CD por causa de uma música, quando você pode comprá-la pela internet por R$ 3,00 reais e fazer o seu próprio CD. Você não precisa comprar uma enciclopédia de 40 volumes por R$ 2.000,00 reais para usar de vez em quando, quando você pode comprá-la em CD por R$ 50 reais. Você não precisa ir até os EUA estudar inglês por R$ 300,00 por dia, quando você pode estudar na internet com alunos de outros paÃses por R$ 50,00, ou comprar um excelente curso em CD na banca mais próxima da sua casa por R$ 7,00. Você não precisa ter R$ 100,00 para comprar um remédio para uma determinada doença, quando você pode comprar um genérico por R$ 15,00. Você não precisa comprar um software de CRM por R$ 5.000,00 por máquina para a sua empresa, quando você pode fazê-lo hoje por R$ 50,00.
Muitas mudanças? Um mundo terrÃvel? Não, de forma alguma. Você não precisa mais pensar sozinho, sofrer sozinho, ficar com medo sozinho, na sua sala, no seu cubÃculo, na sua casa. Você pode criar as idéias e o futuro com a colaboração de pessoas que estão ao seu lado, e outros que talvez você nunca encontre pessoalmente, mas estão conectadas e querem mudar o mundo como você.
Hoje, eu continuo com o desejo de mudar o mundo. E como você pode ver, eu não sou o único. Centenas e centenas de milhares de Seres Humanos MARAVILHOSOS que vivem ao nosso redor, e que não colocaram os seus sonhos para dormir, fazem o mesmo.
Quem disse que a empresa em que você trabalha não é lugar para quem não quer mudar o mundo? Se você tem 50 colegas, você tem o poder para mudar a vida de 50 famÃlias, 250 pessoas. Se você tem 25 clientes, você tem o poder para mudar a vida de 25 empresas, 2.500 pessoas. Se você tem 5 fornecedores, você tem o poder para mudar a vida de 5 organizações, 5.000 pessoas.
O mundo integrado, onde espiritualidade, trabalho, amizade, diversidade, criatividade e humanidade chegou. Traga para dentro da sua empresa tudo que você acredita. Traga para dentro de sua casa tudo que você acredita. QUEBRE TUDO!!! Não existe essa coisa de Missão Pessoal e Missão Profissional, existe uma única missão.
Uma empresa é lugar para quem quer mudar o mundo. Eu já mudei e vou mudar de novo, e você?
Uma única missão. Nada menos que isso interessa.
sábado, 22 de novembro de 2003
quinta-feira, 20 de novembro de 2003
"Matrix / Matrix Reloaded / Rebooted / e outras bobagens"
Pois é... a velha sina continua. A maldição das continuações continua recaindo sobre TODAS ou quase todas as continuações.
O primeiro filme foi muito bom, uma verdadeira "ficção cientÃfica" do novo milênio. Mundo digital, dominação das máquinas, luta entre o bem e o mal, coisas do gênero. O charme do filme é que a gente não entende bulufas desde o inÃcio e precisa ser persistente para começar a entender algo no final, e somente digerir por completo na segunda ou terceira vez que assite. (tem gente que assiste duzentas vezes e continua sem entender nada... mas isso é outra história).
O segundo filme não tem esse charme, porque o principal segredo foi explicado no primeiro. O segundo fica te enchendo de lutas e aquela cena de sexo e nudez desnecessárias no inÃcio, que ficou ridÃculo!!! E foi mais uma vez o uso de um recurso velho e barato para buscar bilheteria.
Mas, como eu disse, perdeu o charme. Nem quero ver a terceira parte. Exagero de minha parte - sim, vou assistir - porque gosto de assistir tudo para depois poder falar a respeito com razão e conhecimento. Mas já pressinto que vai ser duro de engolir, de digestão difÃcil, e muito!!! Me arrependi de ter comprado o Dvd da segunda parte. Mas, vá lá!
Os recursos de efeitos especiais são demasiadamente usados, tornando-se enjoativos durante o filme. Quando o infeliz vai lutar, a gente já tá mais cansado do que ele, e olha que nem levantamos da poltrona... Show barato e limitado de violência virtual mesmo!!! As cenas de perseguição na tal "BR101 deles" até que são boas e as cenas da moto também..., o duro é aguentar aquelas lutas em cima do caminhão... como falei, cansativo demais, repetitivo demais... e o gancho para a terceira parte... ridÃculo... faltou um bocado de imaginação para criar algo melhor, ou melhor, acho que gastaram tudo que tinham de criativo na primeira parte... agora não sobrou muita coisa. DEUSMELIVRE comprar mais alguma baboseira deles, como carttuchos de games, revistas e livros, como sugerem a mÃdia - para ajudar a compreender o filme - ... encheu o saco de matrix!!!
Como já disse, eu gostei muito do primeiro filme. A idéia foi muito original, mas muito mesmo, e a teoria muito bem formulada. A forma como o filme foi montada, foi genial, o que no inÃcio parece mais um filme de bobagens, começa a ficar interessante e intrigante, pois ele estimula nossa imaginação a formar possÃveis teorias sobre do que o filme está tratando, mesmo durante o filme. Essa sensação só terá quem assistir o primeiro filme, sendo virgem como eu fui: sem ter lido nem escutado absolutamente NADA a respeito do filme. Por isso, durante o filme, ou seja, nos primeiros 15/20 minutos eu pensava que se tratava de mais um filme de bobagens virtuais, e coisas nada verossÃmeis. Mas com o passar do tempo, algumas pistas vão sendo lançadas, que aguçam a nossa curiosidade sobre o que realmente está acontecendo, e sobre o que É a matrix. Isso foi sensacional. Por isso comprei o Dvd, e assiti 2,3,4,n vezes, e cada vez aproveitando mais daquela "teoria" proposta.
Eu esperava algo assim no segundo filme... por isso a decepção! Nada disso aconteceu! Foi só um show de violência "cansativa"!!! E vc já começa a imaginar o final do filme, quando nada mais te surpreende, nem as palavras "to be continued"...
A verdade é que SEMPRE é difÃcil alguma continuação ser melhor que a primeira vez. Muito difÃcil...
O primeiro filme foi muito bom, uma verdadeira "ficção cientÃfica" do novo milênio. Mundo digital, dominação das máquinas, luta entre o bem e o mal, coisas do gênero. O charme do filme é que a gente não entende bulufas desde o inÃcio e precisa ser persistente para começar a entender algo no final, e somente digerir por completo na segunda ou terceira vez que assite. (tem gente que assiste duzentas vezes e continua sem entender nada... mas isso é outra história).
O segundo filme não tem esse charme, porque o principal segredo foi explicado no primeiro. O segundo fica te enchendo de lutas e aquela cena de sexo e nudez desnecessárias no inÃcio, que ficou ridÃculo!!! E foi mais uma vez o uso de um recurso velho e barato para buscar bilheteria.
Mas, como eu disse, perdeu o charme. Nem quero ver a terceira parte. Exagero de minha parte - sim, vou assistir - porque gosto de assistir tudo para depois poder falar a respeito com razão e conhecimento. Mas já pressinto que vai ser duro de engolir, de digestão difÃcil, e muito!!! Me arrependi de ter comprado o Dvd da segunda parte. Mas, vá lá!
Os recursos de efeitos especiais são demasiadamente usados, tornando-se enjoativos durante o filme. Quando o infeliz vai lutar, a gente já tá mais cansado do que ele, e olha que nem levantamos da poltrona... Show barato e limitado de violência virtual mesmo!!! As cenas de perseguição na tal "BR101 deles" até que são boas e as cenas da moto também..., o duro é aguentar aquelas lutas em cima do caminhão... como falei, cansativo demais, repetitivo demais... e o gancho para a terceira parte... ridÃculo... faltou um bocado de imaginação para criar algo melhor, ou melhor, acho que gastaram tudo que tinham de criativo na primeira parte... agora não sobrou muita coisa. DEUSMELIVRE comprar mais alguma baboseira deles, como carttuchos de games, revistas e livros, como sugerem a mÃdia - para ajudar a compreender o filme - ... encheu o saco de matrix!!!
Como já disse, eu gostei muito do primeiro filme. A idéia foi muito original, mas muito mesmo, e a teoria muito bem formulada. A forma como o filme foi montada, foi genial, o que no inÃcio parece mais um filme de bobagens, começa a ficar interessante e intrigante, pois ele estimula nossa imaginação a formar possÃveis teorias sobre do que o filme está tratando, mesmo durante o filme. Essa sensação só terá quem assistir o primeiro filme, sendo virgem como eu fui: sem ter lido nem escutado absolutamente NADA a respeito do filme. Por isso, durante o filme, ou seja, nos primeiros 15/20 minutos eu pensava que se tratava de mais um filme de bobagens virtuais, e coisas nada verossÃmeis. Mas com o passar do tempo, algumas pistas vão sendo lançadas, que aguçam a nossa curiosidade sobre o que realmente está acontecendo, e sobre o que É a matrix. Isso foi sensacional. Por isso comprei o Dvd, e assiti 2,3,4,n vezes, e cada vez aproveitando mais daquela "teoria" proposta.
Eu esperava algo assim no segundo filme... por isso a decepção! Nada disso aconteceu! Foi só um show de violência "cansativa"!!! E vc já começa a imaginar o final do filme, quando nada mais te surpreende, nem as palavras "to be continued"...
A verdade é que SEMPRE é difÃcil alguma continuação ser melhor que a primeira vez. Muito difÃcil...
segunda-feira, 17 de novembro de 2003
"FAST AND FURIOUS / 2FAST AND 2FURIOUS"
Essas são minhas impressões e opinião sobre o filme "Velozes e Furiosos" e sua continuação!
A idéia é muito boa. Empolgante, automóveis, música, mulheres, racha, "tunning" são assuntos que promovem boas imagens e grandes emoções. Ainda mais em se tratando de uma industria cinematográfica repleta de recursos para efeitos especiais.
O primeiro filme tem uma história muito "original", se é que existe algo de original no cinema de bilheteria hoje em dia. O filme caminha bem. Peca pelo desempenho dos atores. O "mocinho" é muito "sem jeito". Apesar de tido como bonitinho pelas menininhas, falta a ele desenvoltura para se tornar, naturalmente, o herói do filme e o vilão no filnal, quando vem o gancho para a segunda parte. Ele é comportado demais, suas atitudes deixam a desejar.
Com eu disse, gostei da história, mas se tivessem melhores atores, com mais "bagagem", o filme teria muito mais a mostrar.
Quanto aos efeitos especiais, nota 9, porque 10 é para poucos! Achei fantásticos os efeitos no primeiro racha, durante a corrida, com ultrapassagens, etc. Quem não viu o filme, vale por esse racha. As cenas dos Hondas passando por debaixo das carretas também são fantásticas. No Dvd tem uma "demonstração" muito fraquinha de como "montar" um carro como aqueles do filme. Muito fraquinha, porque é feito por uma atriz tipo filme pornô X um cara babacão que não tem nada a ver com ela - ficou ridÃculo! Deveria ter optado por uma ou outra coisa - ou põe a estrela pornô com seus "comentários de loira", junto com um musculoso, também pornô, ou põe dois nerds de Harvard para fazerem as apresentações.
Tudo isso mostra como a produção é fraca, feita por ou por por pessoas que não tem bom senso nenhum. Uma pena, pois o assunto muito estimula aqueles que gostam de carros, tunnings, etc.
A segunda parte, então "MAIS VELOZES E MAIS FURIOSOS" - aà estragaram de vez, o enredo é imbecil, o filme perdeu tudo de bom que tinha no primeiro (que já era pouco). Até em efeitos especiais, que deveria ser melhor que o primeiro, é no máximo igual. As cenas da corrida pelas ruas são boas, mas inverossÃmeis. O argumento é pobre, e enfiaram uma cena de violência estúpida e desnecessária, que faz com que, nós, pais de adolescentes, pensemos duas vezes antes de deixar nossos filhos assistirem esse filme. Completamente desnecessário. O imbecil do produtor estragou tudo. O que poderia ser muito melhor, com mais corridas, valorizar um pouco mais os "american muscles" - carros americanos - (sim, porque o filme valoriza somente os carros orientais, com sua parafernália eletrônica, em "detrimento" dos grandes V8 americanos, igualmente - senão mais - possantes e poderosos).
É uma pena. Eu comprei o Dvd do primeiro filme, para minha Dvdteca, mas o segundo, não vale a pena disperdiçar meus reais. Mal vale o dinheiro da locação na locadora...
Mas, se você gosta de carros bonitos, velocidade e mulheres... vale como divertimento e passatempo para um sabadão à tarde!!!
A idéia é muito boa. Empolgante, automóveis, música, mulheres, racha, "tunning" são assuntos que promovem boas imagens e grandes emoções. Ainda mais em se tratando de uma industria cinematográfica repleta de recursos para efeitos especiais.
O primeiro filme tem uma história muito "original", se é que existe algo de original no cinema de bilheteria hoje em dia. O filme caminha bem. Peca pelo desempenho dos atores. O "mocinho" é muito "sem jeito". Apesar de tido como bonitinho pelas menininhas, falta a ele desenvoltura para se tornar, naturalmente, o herói do filme e o vilão no filnal, quando vem o gancho para a segunda parte. Ele é comportado demais, suas atitudes deixam a desejar.
Com eu disse, gostei da história, mas se tivessem melhores atores, com mais "bagagem", o filme teria muito mais a mostrar.
Quanto aos efeitos especiais, nota 9, porque 10 é para poucos! Achei fantásticos os efeitos no primeiro racha, durante a corrida, com ultrapassagens, etc. Quem não viu o filme, vale por esse racha. As cenas dos Hondas passando por debaixo das carretas também são fantásticas. No Dvd tem uma "demonstração" muito fraquinha de como "montar" um carro como aqueles do filme. Muito fraquinha, porque é feito por uma atriz tipo filme pornô X um cara babacão que não tem nada a ver com ela - ficou ridÃculo! Deveria ter optado por uma ou outra coisa - ou põe a estrela pornô com seus "comentários de loira", junto com um musculoso, também pornô, ou põe dois nerds de Harvard para fazerem as apresentações.
Tudo isso mostra como a produção é fraca, feita por ou por por pessoas que não tem bom senso nenhum. Uma pena, pois o assunto muito estimula aqueles que gostam de carros, tunnings, etc.
A segunda parte, então "MAIS VELOZES E MAIS FURIOSOS" - aà estragaram de vez, o enredo é imbecil, o filme perdeu tudo de bom que tinha no primeiro (que já era pouco). Até em efeitos especiais, que deveria ser melhor que o primeiro, é no máximo igual. As cenas da corrida pelas ruas são boas, mas inverossÃmeis. O argumento é pobre, e enfiaram uma cena de violência estúpida e desnecessária, que faz com que, nós, pais de adolescentes, pensemos duas vezes antes de deixar nossos filhos assistirem esse filme. Completamente desnecessário. O imbecil do produtor estragou tudo. O que poderia ser muito melhor, com mais corridas, valorizar um pouco mais os "american muscles" - carros americanos - (sim, porque o filme valoriza somente os carros orientais, com sua parafernália eletrônica, em "detrimento" dos grandes V8 americanos, igualmente - senão mais - possantes e poderosos).
É uma pena. Eu comprei o Dvd do primeiro filme, para minha Dvdteca, mas o segundo, não vale a pena disperdiçar meus reais. Mal vale o dinheiro da locação na locadora...
Mas, se você gosta de carros bonitos, velocidade e mulheres... vale como divertimento e passatempo para um sabadão à tarde!!!
quinta-feira, 13 de novembro de 2003
Os Gênios Produzem.
“Para viver uma vida criativa, você precisa perder o medo de estar errado�. Autor Desconhecido
Quando eu era criança, dificilmente se ouvia elogios sobre o cinema nacional. “Filme brasileiro? Você tá louco?�, “O Brasil não sabe fazer cinema�, “Não perca o seu tempo�, “Um filme ruim de Kung Fu é melhor do que um filme brasileiro�, “Filme brasileiro não passa nas melhores salas de cinema�, “O mais perto que conseguimos chegar de um Oscar foi em 1962, 1996, 1998, 1999� e bla bla bla.
Como chegamos a isso?
Você sabe qual é o número de filmes produzidos pelos grandes estúdios americanos por ano? Mais de 600 filmes! 600 filmes é o número de longas-metragens produzidos no Brasil até hoje.
Por que será que o cinema brasileiro "ainda" não é tão bom quanto o cinema americano? PRODUÇÃO!!! A imensa produção do cinema americano.
Você assistiu a 600 filmes americanos no ano passado? Eu não, e eu acredito que você também não. Por que será? Porque entre tantos Titanics, Senhor dos Anéis, Wood Allens e Spielbergs, existe muita coisa ruim que nem os americanos tem coragem de exportar para cá.
Mozart produziu mais de oitocentas peças de música (muitas delas sofrÃveis), Einstein - conhecido pela Teoria da Relatividade -, produziu mais de 250 outras teorias (muitas delas não revolucionaram coisa alguma).
"Somente a partir de uma grande quantidade de TRABALHO aparece a QUALIDADE" Os melhores produtores de qualquer coisa no mundo também são os piores produtores das mesmas coisas. Nunca se esqueça disso.
Heitor Villa-Lobos – considerado o Maior Compositor das Américas -, garantia a produção do seu trabalho (mais de 1.000 composições em vida) ao determinar prazos de composição para si mesmo, uma peça a cada dez dias e uma excelente peça a cada seis meses.
A caracterÃstica que distingue os Gênios das pessoas meramente Inteligentes chama-se: PRODUÇÃO! Enquanto os Gênios produzem. Os Inteligentes reproduzem.
Pessoas Inteligentes com alto QI, falam dez idiomas aos 10 anos de idade, e conseguem facilmente vencer jogos do tipo Show do Milhão, mas isso não significa criatividade.
A pessoa inteligente quando exposta a um problema, chega a resposta certa o mais rápido possÃvel.
O gênio quando exposto a um problema, pergunta a si mesmo: quais são as diferentes maneiras que eu tenho para resolver esse problema, ao invés de resolver o problema como lhe foi ensinado.
Nos dias de hoje, muito mais do que ser inteligente, você precisa ser Criativo.
Quando o telefone da sua mesa tocar, e aquele cliente que você tanto almeja pedir descontos de preço para fechar um negócio, seja BURRO! Não dê a ele aquela resposta inteligente que você aprendeu na escola: baixar o preço e satisfazer o cliente. Seja CRIATIVO! Pergunte a você mesmo: “Será que esse é o produto certo para ele?�, “Será que ele conhece os nossos serviços de financiamento?�, “O que ele conhece sobre a qualidade dos serviços da nossa empresa?�.
Einstein não inventou os conceitos de energia, massa e velocidade da luz, mas foi ele que colocou tudo junto e criou a equação E=mc2.
A promessa do governo Lula é ter ao final do seu mandato, um Brasil que produz, distribui e exibe 150 filmes por ano. Eu acredito que essa meta é totalmente viável e será cumprida.
A partir daÃ, será uma questão de PRODUÇÃO para o Brasil ganhar o Oscar, ou melhor, para eles ganharem um Oscar no NOSSO Festival de Gramado.
Todo Ser Humano – e você é um deles - nasce GÊNIO, mas começar a PRODUZIR essa genialidade depende exclusivamente de você.
Os Gênios Produzem. Nada menos que isso interessa.
Quando eu era criança, dificilmente se ouvia elogios sobre o cinema nacional. “Filme brasileiro? Você tá louco?�, “O Brasil não sabe fazer cinema�, “Não perca o seu tempo�, “Um filme ruim de Kung Fu é melhor do que um filme brasileiro�, “Filme brasileiro não passa nas melhores salas de cinema�, “O mais perto que conseguimos chegar de um Oscar foi em 1962, 1996, 1998, 1999� e bla bla bla.
Como chegamos a isso?
Você sabe qual é o número de filmes produzidos pelos grandes estúdios americanos por ano? Mais de 600 filmes! 600 filmes é o número de longas-metragens produzidos no Brasil até hoje.
Por que será que o cinema brasileiro "ainda" não é tão bom quanto o cinema americano? PRODUÇÃO!!! A imensa produção do cinema americano.
Você assistiu a 600 filmes americanos no ano passado? Eu não, e eu acredito que você também não. Por que será? Porque entre tantos Titanics, Senhor dos Anéis, Wood Allens e Spielbergs, existe muita coisa ruim que nem os americanos tem coragem de exportar para cá.
Mozart produziu mais de oitocentas peças de música (muitas delas sofrÃveis), Einstein - conhecido pela Teoria da Relatividade -, produziu mais de 250 outras teorias (muitas delas não revolucionaram coisa alguma).
"Somente a partir de uma grande quantidade de TRABALHO aparece a QUALIDADE" Os melhores produtores de qualquer coisa no mundo também são os piores produtores das mesmas coisas. Nunca se esqueça disso.
Heitor Villa-Lobos – considerado o Maior Compositor das Américas -, garantia a produção do seu trabalho (mais de 1.000 composições em vida) ao determinar prazos de composição para si mesmo, uma peça a cada dez dias e uma excelente peça a cada seis meses.
A caracterÃstica que distingue os Gênios das pessoas meramente Inteligentes chama-se: PRODUÇÃO! Enquanto os Gênios produzem. Os Inteligentes reproduzem.
Pessoas Inteligentes com alto QI, falam dez idiomas aos 10 anos de idade, e conseguem facilmente vencer jogos do tipo Show do Milhão, mas isso não significa criatividade.
A pessoa inteligente quando exposta a um problema, chega a resposta certa o mais rápido possÃvel.
O gênio quando exposto a um problema, pergunta a si mesmo: quais são as diferentes maneiras que eu tenho para resolver esse problema, ao invés de resolver o problema como lhe foi ensinado.
Nos dias de hoje, muito mais do que ser inteligente, você precisa ser Criativo.
Quando o telefone da sua mesa tocar, e aquele cliente que você tanto almeja pedir descontos de preço para fechar um negócio, seja BURRO! Não dê a ele aquela resposta inteligente que você aprendeu na escola: baixar o preço e satisfazer o cliente. Seja CRIATIVO! Pergunte a você mesmo: “Será que esse é o produto certo para ele?�, “Será que ele conhece os nossos serviços de financiamento?�, “O que ele conhece sobre a qualidade dos serviços da nossa empresa?�.
Einstein não inventou os conceitos de energia, massa e velocidade da luz, mas foi ele que colocou tudo junto e criou a equação E=mc2.
A promessa do governo Lula é ter ao final do seu mandato, um Brasil que produz, distribui e exibe 150 filmes por ano. Eu acredito que essa meta é totalmente viável e será cumprida.
A partir daÃ, será uma questão de PRODUÇÃO para o Brasil ganhar o Oscar, ou melhor, para eles ganharem um Oscar no NOSSO Festival de Gramado.
Todo Ser Humano – e você é um deles - nasce GÊNIO, mas começar a PRODUZIR essa genialidade depende exclusivamente de você.
Os Gênios Produzem. Nada menos que isso interessa.
quarta-feira, 12 de novembro de 2003
UM PA�S A SER DESCOBERTO II
Meus Caros,
Minha formação acadêmica é em Ciências da Computação e algum dia ainda vou falar sobre a informática na América. Para os que me conhecem entretanto, sabem que um dia já estive nos bancos da Engenharia Civil e acredito ser daà o meu interesse por obras, construções e arquitetura.
Aqui nos EEUU acredito existir uma linha de arquitetura cubista, ou melhor dizendo, caixotista. Vou explicar. Ao andar pelas ruas e observar as edificações você só encontra caixotes, caixas e caixinhas. Existe muitas vezes uma fachada atraente, afinal aqui se faz de tudo para agradar (ou seria iludir) o consumidor. Sim a fachada é linda - por trás um caixote.
A Disney por exemplo - posso falar de carteirinha pois moro a uma hora e meia da Disney - é muito bonitinha e organizada... na fachada. Por trás, caixotes. O Epcot Center por exemplo é igualzinho a uma cidade cinematográfica. Na fachada Paris, Munique, Changai, Ottawa... por trás caixotes.
Eu, por exemplo moro em um caixote. O modelo de minha casa é um caixote em cima do outro - dois andares - chique no último! Foi difÃcil achar um modelo que agradasse ao nosso gosto tupiniquim. Afinal a gente não estava acostumado a morar em caixotes.
Aà você me pára e diz: "Pérai Codato eu já fui para os EEUU e và muita construção bonita." E eu não vou discordar. Veja o prédio do Capitólio - aquelas colunas, o Museu Metropolitano de Nova Iorque - colunas monumentais, o Monumento de Abraham Lincoln - que colunas majestosas, a Casa Branca - aquelas coluninhas na frente da sala oval, a casa da Vivian Lee lançando o estilo "E o vento levou" - duas colunas e um teto triangular, meio tipo templo maçônico. Não sei quanto a você mas eu... me sinto na Grécia. Quando americano quer impressionar na arquitetura eles não deixam por menos - recorrem ao melhor estilo de arquitetura de todos os tempos - a arquitetura greco-romana. O estilo americano autêntico mesmo é o caixote.
Arquitetura não é o forte por aqui. Eu poderia forçar um pouco a barra e, concorde quem quiser afinal esta é apenas a minha opinião pessoal, dizer que americano não tem bom gosto, não tem design, não tem estilo. Não há qualquer regra que não possa ser quebrada pelo americano. Aqui o listrado vai com o xadrez, o curvo com o linear, o abstrato com o floral, o vermelho no quarto de dormir, o chinelo de dedo no restaurante, no cinema, nos aviões, e sanduÃches de manteiga de amendoim com gelatina de frutas. Mas afinal, bom gosto não se discute.
Esta parte do descobrimento da américa acho que estou entendendo um pouco melhor e ousaria lançar uma teoria sobre as origens do mau gosto. Acho que ele se origina no Hino Nacional americano, pois lá, bem no finalzinho eles sempre afirmam que aqui é a terra dos livres e a morada dos bravos. O livre faz o que quer e não segue nada - nem o bom gosto.
Minha formação acadêmica é em Ciências da Computação e algum dia ainda vou falar sobre a informática na América. Para os que me conhecem entretanto, sabem que um dia já estive nos bancos da Engenharia Civil e acredito ser daà o meu interesse por obras, construções e arquitetura.
Aqui nos EEUU acredito existir uma linha de arquitetura cubista, ou melhor dizendo, caixotista. Vou explicar. Ao andar pelas ruas e observar as edificações você só encontra caixotes, caixas e caixinhas. Existe muitas vezes uma fachada atraente, afinal aqui se faz de tudo para agradar (ou seria iludir) o consumidor. Sim a fachada é linda - por trás um caixote.
A Disney por exemplo - posso falar de carteirinha pois moro a uma hora e meia da Disney - é muito bonitinha e organizada... na fachada. Por trás, caixotes. O Epcot Center por exemplo é igualzinho a uma cidade cinematográfica. Na fachada Paris, Munique, Changai, Ottawa... por trás caixotes.
Eu, por exemplo moro em um caixote. O modelo de minha casa é um caixote em cima do outro - dois andares - chique no último! Foi difÃcil achar um modelo que agradasse ao nosso gosto tupiniquim. Afinal a gente não estava acostumado a morar em caixotes.
Aà você me pára e diz: "Pérai Codato eu já fui para os EEUU e và muita construção bonita." E eu não vou discordar. Veja o prédio do Capitólio - aquelas colunas, o Museu Metropolitano de Nova Iorque - colunas monumentais, o Monumento de Abraham Lincoln - que colunas majestosas, a Casa Branca - aquelas coluninhas na frente da sala oval, a casa da Vivian Lee lançando o estilo "E o vento levou" - duas colunas e um teto triangular, meio tipo templo maçônico. Não sei quanto a você mas eu... me sinto na Grécia. Quando americano quer impressionar na arquitetura eles não deixam por menos - recorrem ao melhor estilo de arquitetura de todos os tempos - a arquitetura greco-romana. O estilo americano autêntico mesmo é o caixote.
Arquitetura não é o forte por aqui. Eu poderia forçar um pouco a barra e, concorde quem quiser afinal esta é apenas a minha opinião pessoal, dizer que americano não tem bom gosto, não tem design, não tem estilo. Não há qualquer regra que não possa ser quebrada pelo americano. Aqui o listrado vai com o xadrez, o curvo com o linear, o abstrato com o floral, o vermelho no quarto de dormir, o chinelo de dedo no restaurante, no cinema, nos aviões, e sanduÃches de manteiga de amendoim com gelatina de frutas. Mas afinal, bom gosto não se discute.
Esta parte do descobrimento da américa acho que estou entendendo um pouco melhor e ousaria lançar uma teoria sobre as origens do mau gosto. Acho que ele se origina no Hino Nacional americano, pois lá, bem no finalzinho eles sempre afirmam que aqui é a terra dos livres e a morada dos bravos. O livre faz o que quer e não segue nada - nem o bom gosto.
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